sábado, 30 de agosto de 2008

Paris 2

A nossa passagem por Paris foi um bocado mais breve que as passagens por Londres e Praga. Não obstante deu ainda para passear e conhecer muitos dos pontos emblemáticos desta cidade, e essa tarefa foi quer facilitada, quer acelerada graças ao conhecimento extensivo que o Miju tem. Assim, hoje, visitamos o Louvre, que realmente parece que não acaba (apesar de não termos ido propriamente às exposições). Aqui aproveitamos para dar a conhecer um bocado do nosso fado, tivemos assim no palco dos jardins deste enorme museu. Depois de um bom tempo passado, onde ainda tivemos alguns bons apreciadores (a salientar o senhor que ia cantarolando músicas enquanto dormitava) regrassamos a casa para pousar os instrumentos.
Almoçamos e logo fomos conhecer a zona que surgiu algo à semelhança do Parque das Nações. A zona de La Defence. Com um novo arco de triunfo e muitos arranha-céus.
Aproveitamos ainda para passear um pouco mais e ao fim do dia tentamos ir comer uma iguaria nacional, mais precisamente ratatui. Aqui, e à semelhança de Londres é consideravelmente difícil encontrar este prato francês, mas ao contrário de Londres, foi mesmo uma prova não superada e tivemos de comer outra coisa que não o inicialmente pretendido. Nesta zona, quartier latin, tinha ainda imensos artistas de rua, que comparativamente com os que vimos na cidade, tinham muita qualidade.
Depois de jantar fomos à torre Eiffel, que de noite tem outro encanto. A aproveitar o tema da presidência europeia, encontramos uma torre azul com as tão conhecidas estrelas amarelas.
É claro que após uma cansativa e passeada semana o corpo queixa-se do cansaço, que, apesar de muito, vai sendo colmatado. Amanhã retorno à precedência.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Paris 1

Depois de umas longas horas no aeroporto de Praga, o qual não prima pelo conforto ou recursos par a os viajantes que pernoitam naquelas instalações, lá entramos no avião da Sky Europe (outra low cost) rumo a Paris. Esta companhia também tem melhor serviço que a Ryanair, que cada vez mais me convenço que é algo a evitar, quer pelo serviço em si, pelo peso das malas, e afins.
O voo foi mais curto que o desejado, estávamos a descansar bem melhor que no aeroporto mas não tardou a pousarmos no país da Torre Eiffel. Apanhamos o comboio e depois o metro para o centro e com alguma facilidade chegamos ao destino. Quanto a isto tivemos de agradecer ao Manuel que, dada a sua estadia prolongada nestas terras, já sabia exactamente o que tínhamos de fazer. O hotel é algo melhor que o de Londres (o que não era difícil), mas ainda está no nível espelunca :) É no entanto limpo e perfeitamente habitável, e dado que o objectivo era poupar o orçamento não pudemos pedir muito. Apesar de ainda não termos direito aos quartos, dado ainda não ser a hora do check-in, cederam um quarto para pousarmos as tralhas e trocar de roupa. Mais aliviados e sem a capa ao ombro, mas ainda muito cansados, fomos à descoberta da cidade.
Quanto a Paris tenho a dizer que é grande como Londres mas bem diferente. Enquanto Londres é uma cidade que parece como um todo andar a um ritmo algo frenético, já Paris tem isso mas também um pouco de tudo. Vê-se os que estão mais apressados que até vão de encontro contra outras pessoas e nem ligam, a outras zonas onde vemos pessoas simplesmente a descansar e apreciar a paisagem. Além disso vê-se muita gente diferente a fazer de tudo um pouco.
Nestas andanças visitamos alguns pontos, onde obrigatoriamente tinha de passar pela Torre Eiffel, Notre Dame, Arco do Triunfo e outros. Mas felizmente a minha reportagem fotográfica ajuda a identificar todas essas zonas. :)
Depois de muito andar, e os pés e as pernas já demonstram esse cansaço (não se preocupem que eu não ponho outra foto da bolha), andamos bastante, mas ao fim do dia estou contente com o que visitamos. Sei que amanhã é basicamente o último dia que temos de viagem já que no Domingo é para o retorno, por isso vamos ver se o aproveitamos ao máximo!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Praga 3

E chegamos ao último dia de Praga, agora fica a restar Paris. No entanto este dia ainda tivemos alguma actividade. Após o pequeno-almoço, que foi bem aproveitado para a fome não apertar, rumamos para a praça principal a tentar repetir o feito do dia de ontem. Isto para tentar aliviar a bagagem de cd's que trouxemos connosco. Chegamos à praça onde tínhamos uns músicos já a actuar e por isso tivemos de esperar um pouco. No entanto passado uns momentos lá tratamos de começar a tocar. Tocamos algumas músicas e para nosso espanto tivemos um agente da autoridade e mais um senhor que se aproximaram. O agente apenas falava em checo e teve de ser o tradutor a dizer o que ele proferia num dialecto mais inteligível (inglês). Nesta altura lembrei-me dos Gato Fedorento com o agente que passava a multa e precisava de tradutor. Aparentemente não podíamos tocar sem licença e para a pedir teríamos de ir à Câmara Municipal.
Bem, fomos à câmara e depois de alguma luta para falar com o recepcionista, que só falava checo e alemão, ele indicou-nos o gabinete onde devíamos ir. Nesse gabinete encontramos 3 funcionárias, só uma das quais arranhava o inglês. E após mais alguma luta ela disse-nos que para termos a dita licença eram precisas duas semanas (isto porque a pessoa que era responsável por assinar os papéis estava de férias). Ora com tanta burocracia, e se o mundo dependesse desse papel, bem que morríamos todos.
Ora como tal fomos pousar os instrumentos, até porque estávamos algo cansados, e assim poupamos as baterias para o próximo destino. Passamos no tasco aqui ao pé do hotel (que tinha produtos muito mais baratos que no centro da cidade) e voltamos para os passeios pela cidade.
Neste passeio, ao passar na ópera Rudofinum demos de caras com uma situação curiosa, estavam a gravar um anúncio para a Panasonic. A curiosidade deixou-nos a apreciar a cena e se virem no próximo mês alguma publicidade com uma máquina SLR vermelha, eu estava lá. E para quem quiser saber a modelo que participa na publicidade é inglesa e chama-se Lucy qualquer coisa.
O dia ainda tinha muito para dar e como tínhamos que fazer horas para o transfer, aproveitamos para ver o festival de folclore que está a decorrer esta semana. Tivemos a oportunidade de ver vários grupos de diferentes países que mostravam música e danças variadas.
Seguimos então para o aeroporto e tivemos um motorista do minibus extremamente simpático (que nem ajudou com as malas) mas que queria gorjeta, ao qual eu respondi com um simpático não (entre outras palavras em português para ele não perceber.
Como o voo é pelas 6:40 da manhã, sendo que o check-in é 2 horas antes é fazer horas até lá. Seca...

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Praga 2

Penso que o dia de hoje foi bem mais produtivo que os últimos, se todos forem como o dia de hoje a digressão será muito facilitada. Logo de manhã tratamos de acordar, embora não muito cedo, porque afinal também estamos aqui para descansar, e depois de nos arranjar saímos para o centro da cidade. Como haviam muitas pessoas não foi muito fácil arranjar um banco para nós, mas passado um pouco tivemos a espera recompensada e lá arranjamos pouso. Tratamos logo de iniciar as hostilidades e deparamo-nos com um público bastante receptivo e apreciador do Fado de Coimbra. Para além de vendermos alguns CD's ainda arranjamos algumas contribuições que sempre ajudam nos nossos gastos. Após algum tempo a tocar fizemos uma pequena pousa para almoço e após um período de nutrição intensiva retomamos a actividade. Tenho a dizer que muito do público que parava era português, mas tivemos também muitos estrangeiros que ficaram radiantes ao ouvir o que tinhamos para mostrar. Foi um gosto tal, o demonstrado pelas pessoas que relamente senti-me muito bem, e serviu para animar o grupo, isto porque, no que toca a música, depois de Londres a moral estava em baixo, já que não tinhamos público para o nosso serviço.
Depois da nossa actuação da tarde ficamos com uns amigos novos, isto foi um casal de portuguêses que gostaram tanto do que tinhamos para mostrar que nos levaram para lanchar. Estivemos então algum tempo com eles e acho que a companhia foi apreciada por eles.
A seguir, e como o João já tinha o pulgar com uma grande bolha voltamos para o descanso. Agora ele espera amanhã estar melhor para termos um guitarra em condições de tocar. Esperemos que amanhã se venda muito!.

Praga 1

O nosso primeiro dia de Praga chegou, apesar disso dado o cansaço derivado da falta de sono que a passagem no aeroporto deixou. No entanto apanhamos o avião das 6:40 da manhã para chegarmos às 10h (locais) a Praga. Para já gostei muito mais dos aviões da Easyjet, quanto mais não fosse pelas cadeiras serem mais confortáveis e darem para reclinar. Já no aeroporto encontramos onde levantar dinheiro e tratamos de arranjar um transfer. Logo a primeira diferença que se notou foi o preço. De Londres para Praga parece do dia para a noite. Com 22€ levaram-nos aos 4 à porta do hotel em minibus, que luxo!
Como chegamos muito cedo ao hotel, que diga-se que o que saltou logo à vista foi a diferença de qualidade. Além de mais barato que o hotel de Londres (que era serviço por quefrôs, tinha quartos sebentos, lençois com sangue e outras coisas que se recomendam, ou não) a qualidade era bem melhor. Para ponto de referência até minibar temos, viva o luxo, não é?
Deixamos as malas e fomos à descoberta da cidade, que felizmente estava muito mais perto que em Londres. A estação de metro é mesmo ao pé do hotel e podemos ir para todo o lado.
Fomos ao centro, de nome Mustek (ratos e impressoras) e deparamo-nos com uma avenida que em muito fazia lembrar os Aliados e com umas ruas perpendiculares que também tinham ares de Santa Catarina. Pelas andanças descobrimos um restaurante e comemos o que nos disserem ser um prato característico mas que afinal afinal...era strogonoff, ao menos a cerveja tinha 12% de alcool e ajudou a tornar a tarde mais divertida.
Durante a tarde, e após uma soneca, passeamos e vimos as características estruturas de Praga, lindas e que lembram tempos medievais quase esquecidos mas tão perto e presentes. Os nossos passos ainda nos levaram a ver o rio e as suas piturescas pontes que tanta arte já inspiraram. Agora temos já plano de ataque e vamos ver se amanhã temos um publico receptívo aos nossos fados.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Londres 3

Neste último e terceiro dia por Londres, dedicamos as horas que tinhamos a passear de maneira a conhecer um pouco mais da urbe e de maneira a levarmos algo mais na bagagem. Passeamos por Regent Street e tivemos ainda tempo de passear pelos conhecidos parques como Hyde Park e Green Park. Em Hyde Park, tivemos ainda o prazer de apreciar um entardecer bem bonito com um bom vinho do Porto a acompanhar. A isto tivemos de agradecer ao aeroporto Francisco Sá Carneiro por ter daquele nectar tão apreciado pelas nossas terras. Acho que neste ponto pude comprovar o gosto pelos ingleses por estes recantos. Realmente estava-se com uma calma e bem estar que é algo difícil de descrever.
Mas o dia estava a passar e ainda tinhamos algumas coisas em mente para ver. Conseguimos ver ainda a Chinatown de Londres que chega ao cumulo de ter ruas com caracteres em chinês. No entanto como a hora de comer. Como era obrigatório, decidimos comer o afamado prato inglês. Fish and chips. No entanto esta tarefa mostrou-se muito mais difícil de relizar que o esperado. Estivemos cerca de 30 minutos à procura de um sítio que servisse a dita gastronomia e sem grande sucesso. Quando estavamos quase a desistir em virtude de uma outra grande comida londrina, a chinesa, encontramos um local e lá fomos. Mas como já sabia o prato não passa de um hiper glorificado filete de pescada com batatas fritas. Depois não admira que sempre que vamos comer fora do país digamos que em Portugal é que se come bem.
Passado o jantar fomos para a estação de camionagem de modo a seguir para o aeroporto. Dormir no aeroporto até não estava a ser mau, mas ser interrompido após só 3 horas a dormir para fazer o check-in não foi muito agradável. Vá lá que seguimos para o avião e podemos dormir algo mais na viagem. Bem quanto ao avião, que foi da Easyjet, tivemos uns problemas técnicos com o avião, que atrasou o voo mais de 40 minutos. (hum.... Madrid...), mas tudo correu bem e seguimos viagem...

Londres 2

O nosso segundo dia por Londres penso que me apercebi de 2 gostos inerentes ao povo Londrino, um deles é o gosto por parques, sendo que a quantidade deles é realmente muito grande. É muito frequente passarmos por parques em quase todos os quarteirões. Como se isso não bastasse, as pessoas gostam de ficar sentadas nos bancos que por lá existem, ou a passear no caso dos parques maiores. Outro ponto forte são as casas de espetáculos, mais precisamente de musicais. Por todo o lado tinhamos publicidade a musicais, onde frequentemente se viam adptações de filmes e os quais tinham sempre muita afluência.
Mas esta foi a primeira fase da manhã, na qual ainda não tinhamos destino propriamente dito, como tal, tivemos de procurar locais que aceitassem a nossa música. Tarefa essa que teve uma sequência de acontecimentos muito curiosa. Pensando que a zona portuguesa era para a zona norte de Londres, lá entramos nos famosos autocarros vermelhos para ir para o nosso hipotético destino. Felizmente, e quase a chegar a Trafalgar Square, tivemos um senhor, diria que angolano, que em português nos indicou a zona certa, mais precisamente Stockwell, que por estranha coincidência é precisamente entre a nossa estadia e Londres (estando nós abaixo do Tamisa).
Voltamos então para trás após darmos um breve passeio pela Casa dos Comuns e tratamos de procurar um restaurante português que nos recebesse de braços abertos.
Após alguma procura encontramos um café mas no qual o Sr. Eurico (proveniente, certamente da Régua ou local próximo) nos indicou um outro establecimento (Casa da Madeira). A esta indicação seguiram-se outras que culminaram com uma profunda frustração, já que em lado nenhum era uma “altura jeitosa”. Quase em desespero de causa tivemos uma final orientação, para irmos tocar para Covent garden. E lá fomos, de instrumentos nas mãos à procura de público.
Chegados lá deparamo-nos com um cenário algo agreste. Não que tivessemos camponeses com forquilhas, mas apenas porque o ambiente não era nada propício para o fado. Agora, algo desgastados depois de tantos quilómetros a pé decidimos num derradeiro esforço ir tocar para o Hyde Park. A caminho, passamos por um Nando's Bar, café de origem portuguesa, com um galo de Barcelos como símbolo e gerido por um Sr. Veiga, espanhol, oriundo do país Basco.
Apesar dos tiques algo... diferentes... recebeu-nos como ainda não tinhamos sido recebidos desde a nossa chegada a Londres, e a troco de um pouco de música tivemos logo refeição, bebida e conversa até ao fim da noite. Até certo ponto senti-me desiludido ao não ter sido bem atendido pelos meus conterraneos mas sim pelos nuestros hermanos. Algo para pensar.
Cansados ainda passeamos pelo Tamisa a ver a silhueta de Londres e pouco depois voltamos para o hotel. Amanhã, mais uns passeios e depois dormir no aeroporto e seguir para Praga.
Vamos ver o que nos espera.

domingo, 24 de agosto de 2008

Londres 1


Começou hoje mesmo mais uma viagem, mais precisamente uma pequena digressão pela europa com o Grupo de Fados. O plano ainda é algo ambicioso, e começa na cidade de Londres. Desse modo ingressamos numa avioneta da companhia conhecida por alguns e de nome RyanAir. Logo chegamos ao destino, melhor dizendo a Stansted e tratamos de ir para o hotel. Esta viagem foi algo mais longa que o esperavamos. É certo que o hotel era algo longe do centro de Londres, mas não contavamos que demorasse tanto, mas quanto a isso o maior problema foi mesmo o trânsito.
Pousadas as coisas no hotel voltamos para o centro e como já era mais tarde não fomos a museus e afins. Por outro lado vimos a zona do Picadilly e afins.
O jantar foi num sítio bem conhecido (começa por M) e depois de mais umas voltas, retornamos ao hotel. Agora temos que tratar de amanhã ir visitar a zona portuguesa e promover a cultura portuguesa.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Wall-e


Uma actividade que me dá particular prazer é o cinema, como tal é frequente dedicar algum tempo a filmes ou séries. Um dos géneros que aprecio particularmente são filmes de animação. Este género levou-me ontem a ir ao cinema para ver o 9º filme da Pixar, Wall-e. O filme conta a história de um robo que esteve tempo a mais a fazer a sua tarefa e com isso ganhou uma personalidade muito própria e bastante divertida.
O filme, apesar de não muito extenso, mostrou-se extremamente divertido e provou que com uma boa história não é necessário ter os melhores actores para garantir um bom filme.
Com o habitual jeito da Pixar apareceu uma personagem muito castiça e que certamente ficará na memória das pessoas: uuuOOOOllly (wall-e)

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Amesterdão


O Exmo. Sr. Ricardo Afonso já está a trabalhar em terras mais conhecidas pelas meninas da vida e o pelos vegetais favoritos do Bob Marley. No entanto não foi para nehuma dessas duas coisas que o levaram para lá.
Assim temos num blog perto de si as notícias (mais ou menos frequentes) dessa pessoa adorada por uns e não tanto por outras :)
Vamos a ver é quem o visita durante o tempo em que ele lá vai estar. Posso dizer que é uma possibilidade, mas é algo que não pode ser assim tão para breve. Isto porque desde o fim da minha vida académica que infelizmente os meus dias de férias são sempre muito bem contados.

Grande abraço Pica!

domingo, 17 de agosto de 2008

Caramulo

A última vez que estive de férias já faz algum tempo, mais precisamente quando fui para o Chipre. É claro que posso dizer que apesar de ter sido muito agradável, já estou a precisar novamente de um bom descanso. Apesar de tudo, a minha próxima incursão ainda será só para a semana, e até lá aproveitei o fim-de-semana prolongado para descansar um pouco.
Como se adivinhava dado ser um fim-de-semana prolongado, e ainda mais por ser Agosto, encontrar alojamento foi algo mais difícil que o normal. No entanto conseguimos uma solução que nem foi muito má. Deslocamo-nos ao Caramulo e ficamos no hotel (como só há um as coisas estão facilitadas). Mais uma vez tenho a relatar as vantagens dos sites tipo eurobookings que nos deram um preço abaixo do tabelado. Isto porque pagar mais por ter o mesmo não é algo muito interessante.
Para quem quer visitar posso já dizer coisas boas e más do hotel. É um 4 estrelas que tem alguns pormenores que não é muito frequente em outros, nomeadamente termos logo no quarto um roupão e chinelos para ajudar ao conforto. Outros pontos mais normais são as piscinas (exterior e interior), o jacuzzi, a sauna e o banho turco, tudo já incluído no preço do quarto. Em pontos menos positivos tivemos o minibar que quase que estava funcional (e que não nos arranjaram em tempo útil), no pequeno almoço de Sábado os crossaints acabaram (e eu realmente queria mais uns). No entanto esses pontos não ofuscaram a qualidade do hotel, o qual na globalidade disponibiliza um serviço muito bom.
Noutros pontos tivemos ainda direito a música ao vivo (viva a época alta) e o Spa, para quem quiser e puder. Como se não bastasse, aqui por perto tinhamos também miradouros que permitiam ver toda a região com outros olhos.
Mas amanhã já é dia de trabalho, mas ao menos no Sábado vou passear e muito!

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Tsunami T10


Como o que vou escrevendo neste blog é um bocado de tudo hoje surgiu um tema que tenho de partilhar. Finalmente chegou o meu novo portátil. Esta alteração foi devida ao meu portátil velhinho, comprado naquele verão de 2004 antes de ir para a Dinamarca, ter o monitor partido (depois de uma carinhosa cotovelada minha).
Depois de muito procurar e pesquisar o que realmente precisaria pensei que o mais importante num portátil é a mobilidade. Isto porque para poder de processamento tenho o PC lá de casa e quando uso o portátil, tradicionalmente em férias, é só para ir à net, falar com a família e coisas que não pesam muito, logo não faria muito sentido o portátil pesar.
Neste campo haviam várias soluções, mas como também não desejava uma máquina desconfortável para trabalhar optei por esta, a qual tem pouco mais de 1kg e tudo aquilo que posso precisar nas minhas deslocações.

Agora só falta chegar a bateria de maior capacidade (6 horas), mas isso será só para Setembro.

domingo, 10 de agosto de 2008

Brandi Carlile

Certamente já todos vimos um dos últimos reclames da Super Bock, na minha opinião é uma das marcas portugueses com melhor markting que temos. São capazes de nos dar publicidade sempre diferente, e frequentemente divertida.
Este último reclame deles filmado no Porto (que já por ai faz com que fique com mais empatia) tem como música de fundo a voz de uma artista não muito conhecida mas que já identifiquei e da qual não estou a desgostar da restante música que tem.

A artista em causa é a Brandi Carlile e a música The Story do álbum com o mesmo nome.

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Discover Brandi Carlile!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Feira Medieval


Anualmente e à semelhança do que acontece noutras cidades do mundo (ai as saudades de Horsens) a estação do Verão é rica em festas, romarias e outras actividades populares ou nem tanto.
Ontem fui visitar uma delas, mais precisamente a feira medieval de Santa Maria da Feira, que este ano se centra nos eventos do século XIV (como nos outros anos :P), eventos esses que tiveram como figura predominante op Rei D. Dinis (o mesmo que teve a graça e visão de nos dar, entre outras coisas, o pinhal de Leiria).

Apesar da saída algo mais tardia que o desejado, deslocamo-nos à Feira e apesar do trânsito lá chegamos e entramos no espírito. Tenho a reconhecer que algo negativo foi o tempo algo interminável que tivemos de esperar para puder comer (penso que um McDonalds faria furor). No entanto pudemos ainda assistir à reconstituição de uma Justa a qual relembra os duelos entre cavaleiros da época.
Após o espetáculo pudemos ainda visitar as várias barraquas que vendiam de tudo um pouco, desde comidas, bebidas, chás ou bujigangas.
As voltas ainda foram algumas e o final teve um horário algo tardio. Diga-se no meu caso, quase às 3h da manhã. Mas não foi crítico porque hoje afinal é fim-de-semana...ou agora que estou a ver não é. Bem mas nem sempre corre tudo como queremos.
No entanto aqui ficam algumas imagens do evento.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Velhice?


Todos os dias temos surpresas e acho que o dia de hoje foi mais um que me deu algo novo. Apontaram-me que a velhice se aprocima a passos largos e que devo aproveitar bem todos os momentos que tenho. Para os que costumam apreciar registos cinematográficos posso relembrar o filme "Clube dos Poetas Mortos" que relemrou uma velha filosifia "Carpe Diem", viver cada dia de cada vez e aproveiter todos os momentos que temos.

Com isto em mente acho que terei de prestar mais atenção aos que me rodeiam, às oportunidades que se apresentam.... É claro que podem inquirir o porquê desta minha reflexão. O motivo é simples, após 25 vigorosos anos surgiu-me uma branca, como ilustra a figura. Já sinto as juntas a cederem e o corpo a esmurecer a anunciar um fim cada vez mais próximo. De qualquer modo vou ainda tentar aproveitar os anos que me restam e ficar consciente que o meu 26º aniversário teve mais uma coisa marcante.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Tailândia

A ideia de ter um blog, surgiu no querer dar a conhecer aos meus amigos o que se passava comigo e além disso servir de registo daquilo que vou fazendo. Posso assim dizer que me dá gosto saber que vai sendo lido por aqueles que me são mais próximos. Assim sendo, e enquanto vi as estatísticas de visitas pude concluír (acho que é com alguma certeza) que o Gaspar, que anda na Tailândia, passou por aqui mesmo.

Como podem ver a visita dele é verde, assim como o Sporting, não é Gaspar?

Para breve (fim de Agosto) estão previstos uma série de posts a falar da minha viagem com o Grupo de Fados, por isso estejam atentos.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

CD Fados - 20 anos

Pois é, finalmente, depois de um longo processo que por vezes pareceu algo interminável, estou aliviado por o CD do Grupo de Fados ir finalmente para reprudução.
Foram alguns meses que tiveram um pouco de tudo. Desde dificuldades com os espaços onde podiamos gravar (a faculdade apesar de ter estado disponível não esteve tanto como precisavamos, felizmente a minha casa com painéis insonoradores deu para resolver o problema), problemas técnicos (micros que não se adaptavam bem ao que precisavamos e software com crashes recorrentes), para não falar da nossa inexperiência natural a desconhecermos este processo.

Resumindo, por vários motivos acabamos o projecto uns meses mais tarde do que o esperado. Mas penso que mais não se pode pedir de um grupo que faz isto por gosto e como um passatempo. Sei perfeitamente que sendo profissionais teriamos todo o tempo do mundo para isto e numa semana estaria tudo tratado.
Agora é esperar os 15 dias que demora a reproduzir os CD's e depois podem adquiri-los num sítio perto de vós (ah estamos também a ver como meter no iTunes para poderem contribuir)

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

África Minha

O mundo em que vivemos tem muito para visitar. E o que me leva a escrever hoje é a viagem da Ana, que vai para a Guiné no âmbito dos Médicos no Mundo. Numa viagem de índole humanitária mas de curta duração vai ajudar quem puder, e as suas desventuras estarão num blog perto de nós.

Se quiserem ver mais...leiam!