sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Impressão 3D

Apesar de já ter lido esta notícia há algum tempo, parece-me que é pertinente publicitar uma tecnologia que está a começar a chegar às massas. Quer dizer, ainda não está em cada casa, mas são os preços que mostram que é uma questão de escassos anos.
Falo da impressão 3D, a qual permite passar o fruto da nossa imaginação para a realidade. Desde fazer algo tão simples como uma figura de nós próprios a uma mão biónica (e não tardará mesmo a impressão de órgãos e afins).

Vejam aqui a notícia do Publico

Mas porque digo que está a chegar às massas? Ainda me lembro de um monitor LCD de 14" custar 3000€ e nem sequer uma pessoa conceber ter um em casa. Hoje temos vários e bem maiores, desde o televisor ao telemóvel. Neste momento já há impressoras 3D por 2000€ (que é o caso da impressora na imagem, a Replicator 2), algo que o tempo fará rapidamente baixar.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Pelo Douro

Se há algo que gosto é da região do Douro. A norte de Portugal só posso dizer que a proximidade é uma benesse, ainda para mais gostando nós de vinho, mais especificamente de vinho do Porto. Por isso mesmo passamos primeiro por Vila Real para ver a família e deu para uns bons dedos de conversa, literalmente para entrar pela noite dentro.
De qualquer modo, no dia seguinte, rumamos para a Régua e depois de passarmos pela quente cidade, seguimos para a Folgosa. Para a Quinta da Azenha.
É um pequeno turismo de habitação que conta com uma belíssima vista sobre o rio Douro e pelas vinhas em inúmeros socalcos. Os donos para além de manterem um sítio simples mas bem equipado produzem também vinho (de mesa e do porto) o que é uma excelente vertente para os apreciadores (para referencia, o mini-bar tinha latas de coca cola a 1€ e garrafas de vinho de .75lt a 2,5€).
Por isso se passarem mesmo ao pé do DOC (restaurante para os abonados na carteira) têm aqui uma boa alternativa para dormirem!


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Unhacas

Parece que se há uns tempos atrás o negócio que florescia como cogumelos eram cabeleireiros, hoje em dia são as unhas. Afinal o investimento é ridiculamente pequeno (uns vernizes e umas máquinas bem baratas), o resultado é a facilidade de fazer unhas de gel e afins.
A pergunta que surge é o porquê de eu falar disto, mas depois de diariamente ver no metro gente miúda ou graúda com as unhas mais díspares e coloridas, é impossível não notar.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Nós de gravata

Sei que há muita gente que se debate em fazer um simples nó de gravata. Afinal é compreensível, se só se fizer um nó uma vez por década ninguém terá a prática ou a memória para saber como é.
Por estes dias vi um nas internets que saltou à vista. Só deverá ser possível fazer com uma gravata simples, isto se não se quer ter maus resultados...
Fica para experimentar um dia destes

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O prazer do relaxe

Podemos gostar de fazer milhares de coisas e sermos activos, mas por vezes o dolce far niente pode ser das melhores atitudes que temos.
Depois de um Sábado exigente para o físico e uma tarde a dormir, havia que aproveitar o descanso.
Fomos à quinta da Conceição para conhecer um novo pormenor do espaço. A piscina que acabaram de fazer promete ser a delícia dos veraneantes que precisam de algum refresco nestes dias quentes.
Se a água não chegar podem sempre passear pelos jardins ou fazer como o grupo que encontramos, organizar uma festa com musica, vallet, bebias e comida (ao que parece era mesmo o evento socialite!)

domingo, 4 de agosto de 2013

Kiki + Tiago


Depois de uns fins-de-semana festivos a celebrar a aparente doença do solteirismo, finalmente chegou o dia da festividade para a Kiki e Tiago. Sendo o casamento pelas 13h houve tempo para de manhã tratar do que fosse preciso, pelo menos para mim foi mais fácil, já para a Patrícia o tempo esteve apertado graças a um serviço de cabeleireiro menos optimizado.
O resultado foi eu ir sozinho para a igreja, que dado ser um dos padrinhos e cantor convinha ser pontual.

O calor apertava e o nervosismo era algum, a noiva chegou e as festividades arrancaram. Muita animação, um coro exemplar, sorrisos com o discurso do frei e algumas fotos depois estávamos a rumar para o festim.

Por lá, haveria quem esperasse comida, mas foi muito mais que isso, música, dança e animação não faltaram e entre amigos iniciou-se um belo ambiente festivo.
Como seria de esperar a festa prolongou-se e não fosse o cansaço certamente estaria mais tempo a degustar os mimos gastronómicos e não só.
Nota mental, acabar um casamento pelas 4h vai certamente causar cansaço no dia seguinte...

Agora só se espera que o casal seja mais do que feliz com a companhia dos que lhes querem bem!