
Neste caso não sou excepção e o meu gosto pelos “desportos de inverno” é grande. Começa pela novidade, isto é, num país como o nosso querido Portugal a neve não abunda e quem se lembrar da serra da Estrela não é algo que prime muito pela neve, ou melhor, tem dias. Assim, o facto de ir para um ambiente que não é muito normal no dia-a-dia é logo positivo.
Depois há uma segunda vertente, as paisagens. Reconheço que subir aos picos e vislumbrar as paisagens vastas como se o mundo estivesse aos nossos pés é uma acolhedora solidão.
Mas é no entanto o terceiro ponto que me desperta mais a atenção. Descer pistas a velocidades que seriam suficientes para fazer os radares da VCI dispararem. Ainda para mais em cima de dois pequenos pauzinhos presos aos pés. O gosto e a adrenalina que essas descidas desenfreadas me dão é algo que posso descrever como sublime e que dada a intensidade, criam memórias extremamente vívidas e marcantes. Olhando para trás, certas descidas que fiz com mais intensidade posso dizer que vão ficar bem frescas na memória por muitos anos, principalmente aquelas em que pensei que no segundo a seguir poderia falecer devido a um embate qualquer. Ou olhando para trás no sopé da montanha e pensar como foi possível descer isto?
Isto é conversa a mais e acção a menos, vamos ver o que a semana me reserva dado que o meu joelho está algo lesionado, bem melhor, mas ainda não está em pico de forma.
Um comentário:
toca a cóóórtir!! :)
voa viagem e boas esquiadelas! :)
beijinho
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