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terça-feira, 17 de junho de 2008

Fim-de-semana


Este fim-de-semana optei por descansar no âmbito do vá para fora cá dentro. Peguei na companhia do costume e fomos para terras mais nortenhas à procura do Sol e do sossego.
Fui para Ofir e ficamos a aproveitar o bom tempo, quer dizer. Acordamos no Sábado, sol radiante, vestimos a indumentária própria, passado 2 min, nevoeiro cerrado...
Hum, que se passa aqui? Bem. A vontade de ir apanhar sol passou um bocado e por isso optamos pela alternativa B e fomos passear um pouco, à espera que o Sol voltasse.
Felizmente de tarde, como o tempo ajudou pudemos ir para a piscina torrar um pouco e ignorar o mundo lá fora.
Já no Domingo os planos eram outros, mas a chuva que se lembrou de cair boicotou os esforços. Bem, em princípio no dia 24 há novidades, mas depois conto :)
O que me passou pela cabeça foi, estes tipos da metereologia falham sempre e tinham de acertar logo hoje :)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

O viajante

Depois de navegar neste mundo fantástico da internet descobri um site muito interessante. Querem olhar de longe e ver por onde já passaram?
Ora depois de passar por este site cheguei à conclusão que ainda tenho muito mundo para ver e conhecer. Mas se quiserem ver a que me refiro aqui está.






Visit TripAdvisor.com

domingo, 1 de junho de 2008

Torneio Kendo Coimbra

Este fim de semana, mais precisamente no dia 1 fui a Coimbra participar no 1º torneiro de kendo deste ano.
A viagem começou cedo porque fui também a uma interminável assembleia geral dado o meu estatuto de associado, e o resultado foi um almoço extremamente breve.
O torneio em si acho que correu muito bem, a malta estava motivada e os resultados foram bons. Tivemos até o Helder que ficou em segundo, bem, talvez primeiro se não estivesse distraído.
Quanto a mim fiquei nos oitavos, isto é, 9º no torneio e agora 12º no ranking nacional.
Dia 22 há mais aqui no porto, no pavilhão do FCDEF se quiseres ir ver :)

ps - eu sou o tipo com o Do azul

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Regresso ao trabalho...

Pois, depois de uma fantástica semana a 4000km de casa tive de voltar para a labuta. Como se tal não bastasse, quando cheguei, deparei-me com uma quantidade astronómica de trabalho que sinceramente, nem visto. Estou para aqui afogado em tarefas e responsabilidades e que, olhando para trás, mais vontade me dão para retornar para a ilha que deixei para trás.

Agora a esperança é que consiga levar todo este trabalho a bom porto para ver se consigo respirar um pouco. E como o tempo aperta, vamos é trabalhar mais um pouco!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Chipre 7 - Regresso


Parece inevitável. Os dias passam depressa, se não a correr, os minutos nem nos acenam e logo passado um instante, os momentos que tanto esperávamos passam num piscar de olhos. Foi assim esta semana. Depois de tanto planeamento, arranjos e esperas chegamos, e logo sem notarmos estamos de malas feitas para voltarmos para casa. Por vezes parece que não temos tempo suficiente para gozarmos tudo o de bom que temos na vida. O tempo falta para aqueles por quem temos carinho e afins.
Pois é, depois de estarmos esta maravilhosa semana cá no Chipre, após termos partilhado uma festa magnífica com o George e a Andri temos de voltar. Fomos para Larnaca, para o aeroporto e num instante tivemos de nos despedir. Só posso dizer muito obrigado pela estadia, pela hospitalidade, pela comida, pela companhia e por uma semana única que tenciono não esquecer. Espero que os meus amigos de Erasmus possam-se todos reunir em breve, isto porque uma vivência tão única e tão especial deve ser mantida sempre que possível.
Acho que este post mais parece uma ode à Saudade...

ps - Já vos disse que saímos do Chipre com 33ºC e chegamos com chuva e vento ao Porto
? Que animador :S

terça-feira, 27 de maio de 2008

Chipre 6 - Pré-regresso


Pode-se dizer que hoje foi o último dia que temos destas férias. Isto porque como todos sabemos o dia de amanhã é só para voltarmos para a pátria. Hoje tivemos tempo para conhecer um pouco mais de Nicosia (Laiki Yitonia) e fazermos as tradicionais compras. Felizmente havia itens para todos os gostos e como de costume o limite é mesmo a nossa carteira. Lá nos espalhamos pelas lojas, com os 35ºC em cima e comprarmos o que quisemos.

Logo depois metemo-nos à estrada para ir a Kalopanagiotis a aldeia da Andri. Isto porque os recém-casados queriam tirar lá fotos. Já que não tiveram lá o casamento, ao menos tiram umas fotos e é como se tivesse sido lá. :)
No entanto antes de qualquer actividade tratamos é de fazer o almoço em casa dos pais da Andri (apesar de já lá não estarem a morar a casa lá está, pronta para quem precisar). A massa que fizemos como de costume não foi a suficiente, mas deu bem para matar a fome.

A seguir, e enquanto eles estavam na sessão fotográfica, nós pudemos visitar ainda um museu que é uma pequena parte da aldeia, a qual faz parte do Património da Humanidade da UNESCO.
Mas agora há que fazer as malas...amanhã já não há mais Chire :(

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Chipre 5


Mais um dia, mais coisas novas para ver. Hoje o George e a Andri levaram-nos a Limassol à praia do Governador. Uma praia algo diferente do que tínhamos visto até agora. A grande diferença foi mesmo a areia. Não era aquela tradicional que todos conhecemos, mas uma bem escura, não preta mas também não faltava muito. A praia não tinha muita gente mas mesmo assim foi agradável banharmo-nos nas águas mediterrâneas.
Uma coisa castiça era que tinha uma base naval mesmo ao lado da praia. E como se isso não fosse interessante, mais interessante é o facto de o Chipre não ter frota naval. E aqui a pergunta vem, ai e tal, como é que uma ilha não tem marinha? A questão é o problema com a Turquia, e caso eles tivessem barcos poderia ser visto como uma afronta e provocar uma quebra na paz. Mesmo assim a base lá está...para os barcos gregos :)

Apesar de termos chegado tarde à costa a fome começou a apertar. E para variar de tanta carne que temos vindo a comer fizemos uma tainada de comida marinha. Tivemos marisco, vários tipos de peixe e outras iguarias, as quais após algum tempo nos puseram com algum cansaço.

Como o dia não começou muito cedo, não tardou a findar, por isso fomos a Beach Avenue (Enaerio) passear ao pé da praia. A avenida quase que fez lembrar a Figueira da Foz, embora com um areal não tão grande. Por outro lado a água tinha muito bom aspecto, completamente transparente e se não fosse a falta de material para nos banharmos acho que ia mesmo dar um mergulho...

domingo, 25 de maio de 2008

Chipre 4 - Casamento


Upa! Hoje é o grande dia para o George e para a Andri. Pois, também tenho de dizer que estávamos todos muito ansiosos. Tanto tempo a esperar por este dia e aqui está ele. O dia até começou relativamente cedo. Afinal o George estava todo eléctrico e como era compreensível, não queria que os tugas atrasassem a festa. Primeiro tivemos a Sílvia em pânico quando soube que tinha só uma hora para arranjar. Ai ai não pode ser! Assim não consigo! Mas lá tratamos de arranjar as indumentárias, e aqui devo referir que o processo não correu muito bem como esperado. Primeiro tivemos de passar os fatos e afins, e ai é que começou o problema. É que a água no Chipre não abunda, e a que há tem um alto teor de minerais e afins. Conclusão, fiquei com o fato manchado, a Cristina com o vestido às pintas. Bem, resumindo o dia não estava a começar da melhor maneira. Felizmente a mãe da Andri deu a sua preciosa ajuda e conseguiu solucionar o busílis.

Mas depois tivemos 3 grandes momentos. Primeiro fomos para casa do George e tivemos uma recepção. Acabamos de nos vestir e começamos a testemunhar uma das tradições locais. Por cá é o padrinho do noivo e a restante família que o arranjam e preparam a cerimónia. Barbeiam-no, vestem-no e quando está tudo pronto é que vai tudo para a igreja.
Na igreja a cerimónia é bem diferente. Bem, se calhar não tanto. Como são cristãos ortodoxos toda a cerimónia tem outros contornos, mas o resultado é muito semelhante. Acho que tenho de focar o ponto que nestas cerimónias só o padre é que fala e o resto ouve e mais nada.

Uma hora depois estávamos despachados, tiramos umas fotos e fomos para o local do copo de água. Mais uma vez a estratégia é outra. Mal chegam, os noivos abrem o bolo de noivos e bebem de maneira aos convidados poderem logo comer, e depois ficam 2 ou 3 horas num palanque a receber todos os convidados, que felizmente trazem um tributo ao novo casal (em Euros). O conceito é mesmo a comunidade se juntar e ajudar o novo casal a começar uma nova vida. Note-se que foram convidadas 1200 pessoas, mas como era Domingo não foram todas e as que foram nem todas foram comer, por isso só chegaram a comer 670 pessoas, coisa pouca...

Bem aqui pode-se dizer que a noite foi longa. Tivemos para já um lugar de destaque, a nossa mesa era mesmo em frente à dos noivos e se olhassem para a mesa mais a meio da noite já não havia muito espaço, isto porque abundavam os copos e garrafas (tudo cheio claro). Assim foi dançar e cantar a noite toda. Começando pelos “Loucos de Lisboa”, passando pelo “Engenharia” e terminando no hino nacional.
Resumindo foi um dia memorável, e felizmente há vídeos para o provar. Mais uma vez George, muito obrigado pelo convite...que grande festa!

sábado, 24 de maio de 2008

Chipre 3


Bem, mais um grande dia, desta feita fomos ver mais maravilhas desta acolhedora ilha. Começamos por nos dirigirmo-nos a Paralimni, para visitar a casa de férias do George, que por sinal está praticamente pronta. É uma casinha pequenina, mas dá bem para o gasto, e em breve acho que vai fazer as maravilhas dos nossos amigos cipriotas.
Mas como o objectivo também não era ficarmos a ver trabalho de construção civil, rumamos para os pedaços de terra ao pé do mar plantados.

Visitamos a praia de Protoras, mas como não era assim muito de nosso gosto acabamos por ir para a praia de Fig Tree (para quem não sabe a praia da figueira). Ai havia um lindo mar, água límpida, e muito sol para apanhar. Tivemos ainda o direito a andar de gaivota e passar mais algum tempo na galhofa em “mar alto”.
Mas com não podia deixar de ser não tardou a termos o sol a pôr-se e tivemos de rumar a casa. Já sei, o tipo está de férias e ainda se queixa! Bem mas quem disse que eu alguma vez estava bem? Pronto, pronto, às vezes até estou!
Chegados a casa ainda tivemos direito a um grande jantar com uma componente de carne. Pois, a Sílvia voltou para as batatas...

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Chipre 2


Olá caros leitores! Fui convidado para “postar” nas coisas do Lisboa (uiii, medo) e deixar um testemunho real, uma crítica, qual rubrica de Ricardo Araújo Pereira. Originalmente, tinha planeado partilhar uma pequena reflexão sobre a conjuntivite do olho do Lisboa. Ai… era um tema com muito potencial jocoso. No entanto, por motivos de agenda, tocou-me escrever sobre a nossa excursão ao Water Park em Ayia Napa.

De certo que todos já conhecemos ou, pelo menos, imaginamos a experiência do nosso Algarve. Hey, grande ideia para o Saramago: o Algarve separa-se da península e, empurrado pela borrasca de ventos de oeste, desloca-se pelo Mediterrâneo até á Líbia. Conclusão, estava um dia maravilhoso de céu aberto, o termómetro marcava uns amenos 30 graus e, de facto, não há muito mais que reportar.
Finalmente, quero deixar um abraço especial para as minhas fãs brasileiras que equivocadamente esperavam encontrar neste blogue temas interessantes sobre a cidade de Lisboa. 00351 (por o numero do Lisboa)
Sérgio Rasgado




Deixando aqui um abraço de apreço para o meu amigo Xé tenho ainda que referir que o dia não teve só a componente do parque aquático. Tivemos também a parte que consistiu no jantar de despedida de solteiro do George. Fomos comer a uma taberna bem tradicional, e que não passava numa inspeção da ASAE. Para além do espaço que não era muito tivemos uma refeição relativamente interminável. foram ... nem sei, 12 ou 14 pratos. Por entre várias iguarias tivemos ainda uma generosa porção de bebidas que acompanharam os petiscos nacionais desta linda ilha.
Bem mas a noite não acabou com o jantar. Mas quem lá esteve é quem lá esteve...

Chipre 1 - Chegada


Este post tem uma grande particularidade. Normalmente escrevo do sossego do lar, ou mesmo por vezes do trabalho. No entanto desta vez achei que seria por bem fazê-lo de um outro local, assim sendo estou a 4000km de casa (e a 1000km de Bagdad), mais precisamente da maravilhosa ilha do Chipre. E porque estar deste lado do mundo? Bem porque o meu amigo George (prenunciado iórgo) vai casar, e convidou-me e aos tugas para virmos ao casório. É claro que não vimos só nós. Temos também mais 1000 convidados, e não estou a por zeros a mais nem a menos.

No entanto o que primeiro tenho para contar é mesmo sobre a viagem. Começou na bela cidade do Porto e tivemos uma seguinte paragem em Londres. Bem esta paragem é caso para dizer que foi bem mais demorada que o desejado. Em vez de 5 horas tivemos lá mais de 7h sempre na seca... Chiça!
Mas lá chegamos. Hoje o dia foi dedicado ao merecido descanso e também a visitar a belíssima praia de Konnos. Que viu pela primeira vez (ou não) seres da terra das laranjas...(Portokalos). Mas amanhã há mais, possivelmente com contribuição de outros membros desta animada comitiva.

terça-feira, 29 de abril de 2008

A recompensa do suor


Apesar de ser algo que já tenho em mente há muito tempo só agora me dei ao trabalho de escrever esta minha opinião. Todos nós por um motivo ou outro suamos, ou porque estamos nervosos, ou porque está calor, ou porque o exercício é muito. Por norma é a reacção do corpo para manter a temperatura correcta. Caso contrário em vez dos 37ºc, a temperatura começaria a aumentar e sabe-se lá o que aconteceria, tal como falha de órgãos e afins.
No entanto não é propriamente da vertente médica que me levou a escrever sobre este assunto. No meu caso muito pessoal posso dizer que apesar de não suar (muito) por estar nervoso, suo consideravelmente quando toca a hora de fazer exercício. Por vezes até penso que é demais, mas vejo o suor do esforço com muito bons olhos. Para mim fazer exercício e não estar a suar muito e cansado é o mesmo que dizer que o que acabei de fazer foi um esforço perdido. Algo sem grande nexo ou interesse. Se fosse treinar e chegasse ao fim sem suar ou com uma insignificante quantidade de suor não me iria sentir bem.

O suor é a minha recompensa, a maneira do meu corpo me informar que afinal foi um merecido esforço e que este foi reconhecido. Apesar disso tenho de reconhecer que existem alguns problemas com esta minha maneira de ser, em primeiro lugar, o facto de suar bastante diminui o rendimento muscular, além disso (e como consequência) estou algo mais sujeito a lesões, tipo cãibras. Outro ponto é que o equipamento fica consideravelmente mais pesado e requer mais passagens pela máquina de lavar.
Bem ao menos no final há sempre um merecido banho que também é mais uma recompensa que me dão. A não ser quando não há água quente ou surge algum problema, mas esse assunto fica para segundas núpcias.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Por onde ele vai

Realmente os milagres da tecnologia permitem inúmeras coisas, uma delas é ir aproximando que mais longe está. Este é o caso do meu bom amigo Gaspar, que está por terras longínquas. Basta dizer que lá é dia quando aqui é noite.
E como ele até gosta de falar conosco e dado que a banda larga lá é um bocado estreita há que arranjar métodos alternativos de comunicação. Deste modo surge um blog, em jeito de diário que espero que sirva para estarmos mais perto das aventuras desse embaixador dos nossos costumes e boa disposição.

Acorram a este novo sítio (ou cliquem que deve ser mais fácil)

Por onde vou



PS- Gaspar, olha lá a malária...

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Adaptações


Adaptar estruturas nunca é tão bom como pensá-las de raiz...
Este fim-de-semana fui para um hotel, mais precisamente um Convento adptado para ser um hotel. Ora, como seria de esperar, apesar do esforço ter sido grande as facilidades não eram nada do outro mundo. É claro que o hotel em si parecia mais um museu do que propriamente um hotel, com todos os quadros, tapetes e outros objectos com inúmeros anos em cima. No entanto a componente hotel deixou algo a desejar. Os quartos eram interessantes mas nada do outro mundo, o que foi mesmo negativo foi o atendimento.

Com estas estruturas antigas (como também é o caso de turismo de habitação e afins) a norma é que o atendimento é fraco. Não têm funcionários à altura ou o apoio que dão é diminuto. O resultado é um cliente não propriamente satisfeito e com pouca, ou nenhuma vontade de voltar ao local.
Assim sendo fica a minha recomendação, Convento de Alpendurada...nunca mais.

Ah...apesar disso a companhia foi boa :)

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Sonhos


Bem recentemente passou-me um pensamento pela cabeça. Apesar de não ser um sonhador frequente (felizmente quando chego à cama parece que fico em coma até o despertador tocar), quando sonho existe um ponto que sempre me perturba, o facto de não ter grande escolha no que se passa.
Parece que sou sempre um mero espectador e não a pessoa que está a dar origem ao episódio. E digo isto em todo o tipo de sonhos que tenho, os interessantes, os complexos, os sem nexo e os demais parecem todos regirem-se por essa regra universal. No fundo parece a opinião das mulheres quando ainda não votavam. Toda a gente gostava delas mas não ouviam o que elas diziam. "Ai queres votar?! Ve lá se te calas ou ainda levas com o cinto! Deves pensar que isto é uma festa...!".

No entanto tal como essa estrutura social mudou pode ser que um dia estejamos mais próximos do que sonhamos, ou não...