sexta-feira, 5 de julho de 2013

Lua-de-mel 24

Chegado ao penúltimo dia em Ubud, resta-me rever algumas coisas.
No ponto dos taxistas, desde que saímos de casa, até nos deitarmos, tivemos 62 pessoas a perguntarem se queríamos um taxi. E sublinho que ainda tivemos no quarto a ver um filme de manhã  e outro à tarde. Por isso é uma boa média.
De resto, como já vimos muita coisa, estamos só a relaxar e apreciar as pessoas e a cultura. Hoje rumamos para o aeroporto e para o início de uma longa viagem para casa.
De facto o tempo bem passado passa depressa e logo teremos que retornar à labuta e ao que deixamos na pátria. Que aparentemente também passa por ministros não aguntarem em funções sem a nossa presença.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Lua-de-mel 23



Ubud conta com um santuário de macacos mesmo ao pé do hotel. Basicamente consiste num jardim de generosas dimensões e com árvores imponentes. Por entre este canto verde rondam mais de 500 macacos a  usufruir de bananas dadas por turistas. Ora o mais interessante é que logo à entrada é indicado que os macacos podem ter omportamentos imprevisíveis e que se eles vierem atrás de comida nossa, devemos dar-lhes.
Tive neste momento um curioso episódio, enquanto estava a tirar uma foto à Patrícia um macaco trepou poruma estátua onde estava encostado, sobe para cima de mim e agarra-me a fivela da máquina para a levar. Ora como eu não sou muito de seguir cegamente regras não ia deixar a minha máquina ir. Comecei então a gentilmente empurrar o dito macaco para o chão. Afinal não o queria magoar, mas certamente não o deixaria levar a máquina. Ele bem, se agarrou mas eu fui bem mais teimoso e passou-lhe a maluqueira.
A Patrícia olhou-me com alguma surpresa mas a coisa logo passou e seguimos o nosso passeio...

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Lua-de-mel 22



Depois de uma viagem mais curta do que pensei, estamos já em Ubud. A terra por onde passou a história de Eat, Pray, Love é conhecida pelas massagens e lojas. Tenho a dizer que em relação a este último ponto é mesmo verdade. Fiquei banzo com a quantidade e qualidade de lojas. E muitas poriam no canto qualquer loja que tenhamos em Portugal.
Mas não é só o que se vê em Ubud. Há de 10 em 10 metros alguém a oferecer os serviços de taxista. Entre os taxistas temos também alguém a oferecer massagens. Mas os que mais gostei foi o trabalho em madeira. Que é certamente algo de encher as medidas.

Lua-de-mel 21

Está terminada a nossa passagem por Lombok. Estamos agora no porto à espera do barco que nos leve a Bali. Seguimos depois para Ubud para mais algum reconhecimento das terras de Bali. No entanto agora para além da pesada bagagem temos também o pesado calor que se faz sentir.
Espero que a viagem não peque por ser longa
e que logo, logo chegemos ao nosso destino.

Lua-de-mel 20

O final do dia de ontem foi bem gostoso. No nosso último jantar em Lombok, contamos com um jantar musical no hotel. Surpresa das surpresas o cantor chamou a Patricia para ela cantar. Apesar da vergonha, ela fez um brilharete cantando...i love you baby, to warm the loleny nights....
E a seguir, como não queria que a minha mulher se sentisse malfui cantar o summertime, com letra algo improvisada.
Tivemos um pequeno mimo do dono do hotel, o sr. Marcel, umas taças de vinho branco australiano e um profundo e sincero obrigado dele.
Que belo serão.

Lua-de-mel 19

Os dias em Lombok terminam, assim como este retiro pela Ásia. Passaremos ainda por Ubud, em Bali, mas será uma passagem curta, rumando depois para o ocidente numa longa viagem de regresso.
Já tratamos de algumas recordações, mas estamos a deixar para Ubud compras, assim como a realização de massagens, as quais prometem ser baratas.
Tenho gostado bastante das pessoas, embora a Indonésia não seja dos locais mais limpos, ainda para mais comparando com a Tailândia (como já tinha referido), as pessoas são extremamente afáveis e relaxadas.
Graças a este bom ambiente, vai estes dias a passarem a correr, algo que só posso ver com bons olhos, pois o tempo só nos foge por entre os dedos quando estamos ocupados a viver.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Lua-de-mel 18 - Puri Mas Resort Lombok

Tenho que recomendar vivamente este resort. O Puri Mas Resort é bem bom para o preço que tem. Começando pelas instalações. O nosso quarto tem uma excelente área e conta com um quarto de banho ao ar livre (na zona do banho) o que torna muito proveitoso quando chove neste tempo quente. Além disso, no nosso alpendre contamos com um sofá, uma escrivaninha, e uma segunda cama de casal, para saborear o fim de dia.
A tudo isto somam-se pormenores como chinelos, sarongs (panos para tapar as pernas, indispensáveis para visitas a templos.
Fica-se também deliciado com o serviço. Logo à chegada tivemos um cocktail e uma cesta de fruta.
Todos os funcionários são super simpáticos, sempre com um sorriso e disponíveis para ajudar nas coisas mais pequenas.
Muito mais podia dizer, mas acho que farei melhor em ir-me banhar para a piscina.

domingo, 30 de junho de 2013

Lua-de-mel 17

No seguimento da nossa aventura em Mataram, decidimos passar pelo complexo de Spa do hotel, onde o sr. Marcel trata também de alguns animais. Fomos então deambular pelos jardins e ver os animais, dos quais saliento pavoes, cobras e umas corças, uma das quais insistia em vir para ao pé de mim para lhe fazer festas, as quais foram prontamente atribuídas.
Uma bela tarde que findou com um por de sol na piscina e uma chuva torrencial na cabeça. Algo bem agradavel graças a este clima tao distinto do nosso.

Lua-de-mel 16



O dia de hoje foi recheado. Começamos por ver um templo em Senggigi, e após a visita eu e a Patrícia partilhamos a mesma opinião. Na Tailândia o culto é mais organizado e limpo. Obviamente temos diferentes religiões, mas a forma como são praticadas é mais desorganizada, mais suja até. Algo que se vê em pormenores como o lixo que as pessoas deixam no chão.
E como o dia ainda tinha muito para dar, fomos a Mataram, à capital de Lombok. Algo confusa, quente e pesada sem praticamente nada para um turista ver. Vageamos sobre o sol no grande mercado e após alguma luta fomos comer a um restaurante de sushi.
Em suma nada de especial, onde tivemos um ponto alto. Um taxista que de uma maneira bem cordeal veio queixar-se que tínhamos lhe dado dinheiro a menos. Para me dar 5000 rupias, e como não tinha notas pequenas, dei-lhe 15000 rupias para ele me dar uma nota de 20000. Passado cinco minutos aparece o taxista na loja onde estávamos, trocou dinheiro, pediu-me a nota de 20000, deu-me os 15000 e finalmente deu-me uma nota de 5000. Só me dia e dizia-lhe "it's the same". Mas ele, contente com o reequilíbrio da ordem mundial, foi para o carro e desapareceu no trânsito da cidade. Gente letrada esta....

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Lua-de-mel 15



Pela recantos deste calmo lugar, tenho tido a capacidade de recuperar o corpo. Relaxar e encher-me de energia. Tentar acumolar forças para as dificuldades que aparecem à frente. Nisso parece que estou no lugar óptimo e com a melhor companhia.
Até a chuva que cai ao final da tarde lava tudo e deixa a mente calma e aberta. A vontade que surje até me leva a pensar ter um ninho como este e
esquecer tudo o resto. Mas isso talvez seja um dia, hoje não.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Lua-de-mel 14

Depois de uma demanda monte acima, posso garantidamente dizer que estou cansado. O trilho que fizemos não era fácil de todo. Não é bem mantido e é muito irregular, levando a que hajam degraus baixos e outros muito altos. Resultado é uma impossibilidade de manter um ritmo que ajude ao corpo a lidar com a cansativa caminhada.
Chegados ao hotel, vai as minhas pernas vacilarem e a estrar com dores significativas, graças também ao calor que se faz sentir. O que vale é o sentimento de dever cumprido!


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Lua-de-mel 13

Chegamos ao destino. Aos 2641mt. Não é o topo do monte Rinjani, que conta com praticamente mais 1000 MT, mas é o suficiente para estarmos mais perto do céu. Para presencearmos um por do sol magnico e um céu estrelado com tantas estrelas que ficamos reduzidos à nossa pequenez. É certamente uma das minhas visões favoritas, ver a Via Láctea a percorrer a imensidão nocturna.
Agora o problema é adormecer, são 21h e apesar da escuridão cerrada o sono não aparece. E mesmo com a consciência de um despertar logo pelas 6h para ver o nascer do sol, fico neste limbo.
Amanhã conto não chegar muito tarde, para disfrutarmos do nosso hotel e da companhia que mais merecemos.

Lua-de-mel 12



O dia de hoje está a ser a antítese de ontem. Acordamos pelas 5:30 para subirmos o monte Rinjani. A demanda demorará dois dias e estamos agora na pausa para almoço. A subida é desgastante, pelo clima húmido e quente e pela inclinação. Espero que mantenhamos o ritmo para chegar cedo ao destino. Amanhã conto com o nascer do sol na crista da cratera deste enorme vulcão.
Não tardará almoçamos e seguimos viagem...


Lua-de-mel 11




O dia de ontem foi extremamente relaxante. A manhã foi passada na piscina a saborear o sol e a calma piscina. A calma foi tanta que quando olhamos para o relógio eram 14:30. Perante isso achamos por bem almoçar. O resto do dia abundou neste ritmo lento e contempaltivo. Pelas 18h fomos para uma recepção em que o dono do hotel nos mostrou a villa principal e o seu mini museu.
Segiu-se um belo jantar onde a acompanhar a carne neozelandeza, tivemos um espectáculo de dança.
Este foi protagonizado por alunos do dono do hotel. O sr. Marcel, o qual se distinguiu a nível mundial na dança.
Depois disso a animação seguiu com musica e demos passos de dança, que por sermos os únicos ate tivemos a apreciação técnica do sr. Marcel.



segunda-feira, 24 de junho de 2013

Lua-de-mel 10

O dia de hoje foi novamente um dia de comer estrada e mar. Com a saída célere pela manhã para deixarmos Munduk, rumamos a Pandang Bai, para aí atravesarmos o mar para a ilha de Lomok. A viagem, apesar de demorar 3 horas, pareceu mais curta dado o sono que tínhamos. O culpado do sono? O literal "chá especial" que tomamos no final de jantar e que nos deixou como se tivessemos tomado uns red bulls.
Voltando no entanto à viagem, não terdamos a chegar ao porto e decidimos perder algum ligeiro amor às rupias que seguiam no bolso e deixando meio milhão, seguimos de barco rápido para Senggigi. Esta viagem já foi algo mais atribulada. Os buracos na estrada e os amortecedores velhos não ajudavam nas costas que se cansavam.
De qualquer modo as vistas marítimas davam outro gosto à viagem. Depois de 1:30h de mar corrido chegamos ao porto. Um taxi rapidamente nos colocou no hotel e aí tivemos uma bela surpresa. Um resort deslumbrante e  que ficou ainda melhor por nos terem feito um upgrade de dois níveis ao quarto. Resultado, ao invés de um simples quarto, temos um quarto de banho ao ar livre (mais acolhedor do que parece), uma bela cama, e lá fora uma outra cama para vermos o por do sol deitados e ainda um sofá e outras facilidades (como chá e afins).
Não falando do resto do hotel, estamos deslumbrados, por isso agora será aproveitar este belo recanto enquanto não subimos um vulcão perto de si.

domingo, 23 de junho de 2013

Lua-de-mel 09

Cumprimos o objectivo para hoje. Descansar e pouco fazer era o que tínhamos na cabeça e assim fizemos. Perece-me que o jet lag foi inexistente e apenas o cansaço tem de ser tratado.
Amanhã rumamos para o destino que mais anseio, Senggigi, que com as praias promete ser uma excelente paragem. O dia será parcialmente dedicado em viagem, mas ainda contamos passar algum tempo na praia.
Hoje deu ainda para passear os e experimentarmos outros restaurantes da vila. Não há uma qualidade exarcebada mas também uma refeição de 5€ não me deixaria a esperar muito.
De qualquer modo é bom jantar com musica. Ontem, tivemos a malta do templo a ensaiar até à meia-noite e hoje tempos um grupo de miúdos com uma guitarra classica e um batuque a dar sonoridade à montanha escura. Um belo cenário que deixa para trás a azáfama de motas e outros veículos durante o dia.

Lua-de-mel 08

Que posso dizer em relação à vista que temos ao pequeno-almoço?

sábado, 22 de junho de 2013

Lua-de-mel 07

Hoje, para evitar andarmos errantes,e também dada a distância, arranjamos um táxi para andar connosco o dia inteiro.
Começamos por fazer uma curta viagem até Candicuning para ver o jardim botânico. Foi uma excelente paragem. O jardim é enorme, extende-se por 154 hectares e tem desde Jonas mais selvagens a estufas, ou mesmo simples zonas verdes onde víamos grupos a conversar, jogar ou a apreciar a natureza. A lembrar-me de uma discussão de há uma
Seguimos depois para Jatiluewi, património da humanidade, graças aos seus intermináveis sucalcos de arroz.
O melhor arroz de Bali, dizia o nosso motorista. Aqui só aconselho a fugirem dos restaurantes buffet para comer. Comida fraca para o preço que cobram. Valeu pelas vistas e por ver o arroz numa forma que dificilmente conhecemos, em espiga.
A última paragem foi um templo Pura Luhur Batukau. Um complaxo grande e que me causou alguma estranheza na estrututra,. Não temos propriamente um edifício principal como os que vimos na budista Tailândia, com um altar. Havendo aqui o culto do hindoismo o formato é diferente. Algo para estudar em breve.
Assim depois de estradas super estreitas e muito movimentadas até sequencias de buracos com alguma estrada entre e eles fizemos por voltar para o hotel. Afinal o cansaço já se fazia sentir, pois afinal o peso da viagem de avião ainda se faz sentir.


s semanas atrás, os preços aqui eram diferenciados, para nacionais ou para os restantes turistas.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Lua-de-mel 06

Depois de dias a viajar, finalmente chegamos à Indonésia. O dia de chegada foi ontem e pelas 7h da manhã estávamos a tentar obter os vistos de entrada. A tarefa foi algo dificultada devido a não termos dinheiro. Foi preciso passar o controlo de vistos ir a um multibanco e voltar a trás. Na realidade muito relaxado.
Cá fora o nosso motorista já nos esperava e seguimos para Munduk.
A viagem demorou mais umas horas e nem acreditamos quando chegamos ao quarto. Uma divisão simples e sem grandes luxos, mas que se compreende face ao baixo custo. O que nestes dias era o objectivo. Afinal o que queriamos era passear. E foi mesmo isso que fizemos. Munidos de um rudimentrar mapa fomos à procura de umas cascatas. A procura foi algo inglória. Sem indicações nos caminhos ficamos algo a vagear, e o limite foi o caminho certo estar bvarradopor cães vadios nada felizes por nos verem. Conclusão voltamos pares o hotel depois de alguma natureza para um merecido descanso.
O que nos valeu foi a comida boa e barata do hotel.

Lua-de-mel 05

Estamos ainda em Pudong, o aeroporto de Xangai. Sendo que a espera está a maçar. Afinal ainda faltam 2 horas para o avião levantar voo e depois disso são mais 6:30 até aterrarmos, ao que se segue 2 horas até estarmos no hotel.
Vou tendo algum sono, mas contrairo a ver se me habotuo a este fuso horário. A Patricia esta também a contrariar, fez só agora uma pequena pausa para depois voltar a carga.
Anesta hora também já jantamos para sentirmos algum aconchego. A Patricia comeu pizza e eu noodles, os quais tinham a particularidade de virem com uns pauzinhos em aço inox.
Vou entrar não adormecer, e esperar passar depressa estre tempo até ao nosso destino.