quarta-feira, 15 de julho de 2009

Amnésico


O amnésico é alguém com algumas semelhanças à preguiça. No entanto tem as suas particularidades. Falando no entanto das semelhanças posso já referir a dificuldade aparente em ouvir perguntas, que parece que têm de ser repetidas frequentemente, levando a alguma frustração por parte dos demais intervenientes. É no entanto outro ponto que torna esta pessoa díspar da preguiça, que é o facto de parecer que não se lembra de nada, ou que se lembra com bastante dificuldade. O resultado é que quando lhe é feita uma pergunta é normal obter uma resposta do género de “não sei isso”, “tenho que ver” ou mesmo “não costumo tratar disso”. Ora, perante isto surge facilmente o pensamento no nosso cérebro que nos questiona de qual a necessidade de ter esta pessoa na dita reunião, sendo se calhar mais proveitoso enviar uma mail à posteriori a perguntar o que se deseja.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Atrapalhado


Retomando o assunto que me tem levado a escrever, hoje vinha falar um pouco do atrapalhado. Será muito fácil perguntar o que é esta pessoa, e a minha resposta penso que vai de encontro ao que as pessoas estão a pensar. Numa reunião, o elemento atrapalhado é aquele que parece que tem um pavor horrível de errar ou de mostrar que não sabe nada e pode haver alguns níveis de atrapalhação, desde o olhar para duas ou três pessoas de referência sempre que responde a uma pergunta, com o olhar que pergunta: “não disse nenhuma asneira, pois não?”, até à atitude de perguntar à pessoa do lado, “não me pode fazer isso?” ou mesmo o gaguejar nervoso que mostra esse mesmo nervosismo e não deixa transparecer o que essas pessoas normalmente sabem.
Para estas pessoas aconselho aqueles cursos de falar em público ou mesmo uma terapia de choque e juntem-se a um grupo cultural que vive com as questões do público todos os dias...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Fados em Freixedas


Fazendo uma pequena pausa nos meus posts referentes às individualidades que temos nas reuniões, tenho a reportar mas uma das minhas actividades extra-laborais (que saudades de quando era extra-curricular...). Desta feita, fui com os meus amigos fadistas para a Guarda, mais precisamente para a recôndita terra de Freixedas (alguém se há de queixar do adjectivo). Lá participamos na 1ª tarde de fados da Associação Juvenil Freixedense (e não Freixense, como alguém insistia). A actuação foi relativamente normal e contou com um público muito caloroso, ao ponto de nos deixar surpreendidos pela positiva. O único aborrecimento era mesmo a distância a casa, que nos “impediu” de ficar e gozar com mais calma a hospitalidade (e a comida) que as gentes da terra nos ofereciam. A seguir a nós ainda houve uma tuna (curioso para uma tarde de fados) e um outro grupo de fados.
No entanto, e mesmo antes da tarde acabar, tratamos de vir para a invicta, já que ainda eram 2 horas de viagem e todos queríamos descansar para segunda-feira estarmos frescos como uma alface para o trabalho.

domingo, 12 de julho de 2009

Leão


O leão é uma peculiar personagem, tal como na selva é visto como o rei da selva, nas reuniões acontece o mesmo, nestes casos não porque é o rei propriamente dito, mas porque tem a atitude que parece que o é. A percepção que tenho, é que é alguém que entra a matar a falar sobre o que quer que seja que se estar a falar, mesmo que ainda não saiba sobre o que é ou mesmo que não tenha razão. Aqui o importante é mesmo a atitude, dentes de fora e muita ferocidade são as palavras do dia. Tal como na selva parece que está a marcar o seu território, dizendo que “isto é tudo meu”.
Os demais, ora porque querem é que as coisas corram é bem ou porque se sentem “intimidados” pela atitude, normalmente não levantam ondas. Salvo o caso de haver outro leão, que aí pode-se dizer que há chispe...

sábado, 11 de julho de 2009

Mimo


O mimo não é o da publicidade da TMN que muita gente ainda se deve lembrar dos primórdios das telecomunicações. Aquele produto inovador que foi o primeiro modelo pré-pago do mundo. O mimo a que me refiro não é esse nem é um mimo no verdadeiro sentido da palavra.
Este mimo é uma pessoa que faz mais lembrar os italianos, no sentido em que braceja e gesticula mais do que o que fala. Perante isto até me lembro de uma piada de 2 italianos que tinha caído borda fora numa viagem de barco no Atlântico e começaram a falar, a falar, e quando repararam já estavam na costa americana.
Outra percepção que tenho é que o gesticular é uma engenhosa estratégia para distrair os ouvintes, que perante aquela algazarra braçal não conseguem focar-se no assunto proferido pela pessoa. Enfim, um mistério da natureza a ser estudado por entendidos na matéria.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Ausente


O Ausente é outra espécie de pessoa faz parte das reuniões (ou melhor dizendo, não faz). Esta entidade é estranha e desconhecida, o que se passa é que é alguém sempre convocado para as reuniões, mas estranhamente nunca vem e nunca aparece. Ora, eu compreendia uma falta ou outra, até porque as pessoas que estão no projecto têm outras tarefas e nem sempre podem estar.
No entanto há algumas pessoas que desde o início do projecto, nunca estiverem presentes, apesar de constantemente convocadas. Assim fico a pensar, para que é que as pessoas continuam a ser convocadas? Não há nenhuma chefia que se queixe? Será que a pessoa existe realmente?
Penso que se calhar são entidades como o homem invisível, até estão lá mas não os vemos, deve ser uma questão de fé...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Perguiça


Outra personalidade que tenho presenciado é a preguiça. Nas reuniões consegue manter uma postura realmente notável, é capaz de se manter completamente inerte ao que se vai passando à sua volta. O rumo e ritmo da reunião pode ser elevado e enérgico e mesmo assim essa pessoa consegue estar alheio a tudo isso, ignorando o mundo que o rodeia.
Falando numa metáfora é quase o olho do furação, com tudo a rodar à sua volta num ritmo frenético e quase violento, fica impávido e sereno e não deixa que nada o incomode. Mesmo quando uma pergunta é direccionada para ele, mostra alguma relutância a responder, às vezes até desconhecimento desta. Como se essas questões fossem direccionadas para outra pessoa qualquer, sendo preciso alguma insistência para captar a sua atenção.
Por isso tenho de louvar essa entidade, que qual esforço titânico consegue estar impávido e sereno perante coisas que se passam à sua volta.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Escriba


Depois de tantas reuniões e de algumas menos activas é mais do que normal virem alguns pensamentos à mente. Entre uma enormidade de coisas que me passam pela cabeça, foquei-me na panóplia de géneros de pessoas que passam pelas minhas reuniões a que tenho presenciado. Por isso acho que seria relativamente digno referir esses tipos.
Um deles, presente em todas as reuniões que tive com malta da Accenture, é o escriba. Esta personalidade dedica-se unicamente a escrever, tal como um relator num tribunal a registar tudo o que se passa, e não prenuncia qualquer palavra, ouso até dizer que possa ter algum problema nas cordas vocais que impeçam de falar. Ao mesmo tempo mostra uma resistência imensa a “fugir” a perguntas que vão na sua direcção focando-se no seu caderno tal como uma águia para sua presa.
Chego a ter duas destas pessoas numa reunião, o que torna esse facto algo mais estranho, ao ver uns estranhos seres a agitarem-se frequentemente perante o que é dito, mas apesar de tudo algo é verdade, e deve ser dito, passado uns dias aparecem umas actas bem fidedignas das reuniões.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

mais reuniões...


Mais uma fichinha mais uma voltinha por estas terras mouriscas. Outro dia que acordei pelas 6 da manhã para ir para mais umas das minhas longas reuniões. Algo que tenho estado a tentar aproveitar são as horas de viagem para repor algum do sono perdido, sendo que hoje foi mais uma dessas alturas. Ora por entre o meu dormitar e já mais perto de Lisboa, olhei para o relógio do Alfa e vi 9:50 e pensei, o não, o comboio (que chegava ao destino às 9:30) já passou a estação e estou a caminho de Faro! O sangue começou a fluir para o cérebro e para além de me lembrar que a estação terminal era Santa Apolónia, o relógio na verdade dizia 8:50. Ficou o susto e a partir daí dormir foi mais complicado com o surto de adrenalina no sangue.
Daí para a frente foi a rotina e entrei no táxi e segui para a minha reunião. Tenho a dizer que o formato das reuniões daqui para a frente dificultam bastante a minha interacção e o modo de esponja como já expliquei a alguns, é bem difícil de manter, mas estou a tratar disso.
Felizmente logo para além de visitas a um determinado imóvel, vai haver a noite das tapas para aliviar o stress (que é isso?) e estar com os amigos.

E ao menos se estiver ocupado não penso tanto noutras coisas...não é?

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Fim-de-semana


Tenho a reportar que este fim-de-semana foi agradavelmente recheado, e que sexta-feira, quando estava a sair do trabalho, não antecipava as diferentes actividades que tive.
Logo no sábado fui arbitrar um torneio de judo de miúdos, algo que é um treino muito bom para contribuir para a minha reduzida experiência de árbitro. Principalmente porque não há as regras todas e porque tendencialmente os combates são mais “limpos”. Isto é, como os miúdos ainda estão a aprender, e normalmente ou caem ou não caem, e não costuma haver muito aquelas situações de meio-termo que são as mais difíceis de avaliar. Foram muitos combates e basicamente estive a “trabalhar” desde as 14:30 até às 17:30. O que posso referir que manter a concentração durante esse tempo não é fácil, principalmente porque não seria nada justo para um atleta se eu não desse o meu melhor e não reparasse numa determinada situação.
Finda a minha prestação fui buscar companhia, descansei durante um pouco e parti para o centro do Porto para um jantar com uns amigos que infelizmente têm estado mais longe que o que queria, mas com todas estas idas a Lisboa, não tem sido fácil conciliar agendas. Paramos no BibóPorto e fizemos lá o nosso serão. Muita comida e bebida foram potenciadores de muita conversa e mesmo não tendo conversado tudo o que queria com todos (12 pessoas à mesa não é muito facilitador de conversas à distância) só a proximidade das pessoas por quem tenho muito apreço já ajudou bastante.
No entanto a noite estendia-se e as hostes foram desmobilizando-se e as despedidas chegaram. Aqui tenho a salientar umas horas de conversas até às 4 da manhã que me deixaram radiante. É sempre fantástico conseguir falar assim com alguém mais ainda quando a conversa é só parada com a consciência que é tarde e que amanhã é dia de fazer coisas.
E domingo chegou, o cansaço de sábado fez-se sentir, porque afinal a rotina (e não a idade) não é boa para estas extravagâncias. Muitos dizem que é da idade, mas o problema é a conjuntura, o trabalho e o tempo que não se tem para recuperar energias como havia, por exemplo, na faculdade. Depois de um almoço com a família tive direito a uma tarde para restaurar a boa disposição mental e não só, seguida de um ensaio para os fados (que durante esta época de verão estão a ser muito requisitados) e para um serão curto a pensar na penosa segunda.
Agora segunda-feira, pouca vontade e muito sono. Podia-me queixar, mas se tivesse assim todos os fins-de-semana não havia mal que pegasse!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Um longo dia


Como tem sido hábito hoje tive mais uma vinda a Lisboa, mas a vinda de hoje foi à falta de outras palavras, dureza. Queria ter apanhado o comboio das 6:47, mas dado estar cheio e não ter conseguido comprar o lugar via net (o site da CP está a sofrer actualizações), tive de vir num mais cedo e como tal sobrou o das 5:47. Sim é mesmo isso, 5:47 da manhã! Para isso tive de acordar às 5 horas da manhã, e posso confirmar que é algo que não faz bem à saúde. A somar a isso as cadeiras do pendular são confortáveis mas não são camas, e como tal dá para dormitar mas não para dormir. Passando 3 horas à frente estava a chegar ao destino e o meu telemóvel de serviço estava desaparecido em combate. Eu tinha-o, pensei, e realmente tinha-o trazido, mas não estava em parte alguma. Solução, toca a telefonar para mim mesmo, e felizmente encontrei-o no chão, debaixo da minha cadeira. Era um bocado mau perder o telemóvel da empresa.
Chegado a Lisboa fui para o local da reunião, uma sala que tenho encontrado frequentemente e que tem a distinta característica de não ter qualquer janela, por isso é fácil de imaginar que é muito agradável passar 7 horas numa sala sem luz natural.
Agora, depois de um longo dia estou no Pendular das 19h, o que quer dizer que pelas 22h estarei na minha cidade favorita. E depois destas horas todas estou com muito sono e pronto a dormir bastante. Felizmente amanhã é sexta-feira.
Devia escrever sobre o S. João e afins mas infelizmente não foi nada do outro mundo, é algo compreensível fruto do cansaço. E num futuro post meto aqui fotos da minha caminhada ao Gerês.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Fim do stock


Aconteceu-me algo curioso quando me estava a instalar no Alfa-Pendular. Como de costume, e sempre que é possível, escolho um lugar com tomada de modo a puder ter o PC ligado durante a viagem inteira. Passo um bocado de tempo na net, às vezes escrevo, mas a maior parte do tempo é tendencialmente passado a ver filmes ou séries. Ora surgiu neste preciso ponto um pequeno percalço. Vi tudo o que tinha trazido comigo e um filme que pensei que tinha não passava de uma pasta vazia. Reiterando o que disse é algo curioso pois normalmente trago muito mais do que o que costumo ver, mas aliado ao facto de uma pasta vazia e a episódios de Entourage que eram de 30 minutos e não de 50, fez com que a fonte secasse. E agora podia perguntar eu. Bem, resta-me o jornal que virá em breve, ver o que se passa com o mundo (viva à internet) e depois fico-me pelo ouvir musica, suponho. Vá lá que o meu amigo Ipod tem sempre música para me dar.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Vida em Lisboa


Mais uma vez, e como tem sido frequente nestes últimos tempos, estou novamente em Lisboa. Felizmente é a última semana que passarei praticamente a semana toda cá. Apesar de ter planos para andar pela capital até ao final de Julho, as estadias serão muito mais curtas. O que penso que agrada a todos, a mim, e aos que estão longe. Ai as saudades...estar longe é uma seca, principalmente se for como estou, algo que podem ler noutro post meu.
De qualquer modo, e dado o imenso tempo que potencialmente tenho de passar sozinho, e para não entrar em parafuso, estou a tentar ficar mais ocupado no tempo que vou tendo livre por cá. Assim, na terça-feira fui comer com gente do trabalho e quarta-feira fui com o Manel e o Gaspar (e sem esquecer a Leonor, obviamente) para um tasco na zona do Rossio. Posso dizer que assim não fico no hotel a olhar para as paredes a pensar no que poderia estar a fazer não estivesse eu nestas terras inóspitas. Fazendo aqui um pequeno à parte estou a reparar nas saudades da terra que têm marcado presença constante nestes meus pensamentos, mas dadas as minhas deslocações de trabalho acho que é algo fatídico.
Obviamente este lazer tem a grande benesse que alimenta o espírito mas consome o corpo, e o resultado é um bocejo constante durante o dia. Algo que não é inteiramente culpa da borga, mas também dos quartos de hotel, que ou têm muita luz, ou umas almofadas mal amanhadas.
Como tal, penso que hoje vou quebrar a regra desta semana e dedicar-me a um descanso tipo lusco-fusco (muito intenso, para os desentendidos). Isto para amanhã estar fresquinho e poder aproveitar melhor o meu fim-de-semana, que estou a contar que seja bem agradável, principalmente por contar estar bem acompanhado.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Santiago de Compostela

Após a minha avaliação do curso, saí a correr para uma actuação que tinha em Santiago de Compostela. Como é compreensível foram muitos quilómetros a fazer, e com alguma pressa, dado que como era para se actuar após o jantar, lá fui para cima. Entramos na A3 e rumamos a norte, e chegados ao país de “nuestros hermanos” reparei numa coisa verdadeiramente ridícula. A que me estou a referir? Bem, na auto-estrada em Portugal é simples, entra-se, tira-se o ticket e quando se sair paga-se o que se tiver a pagar. Ora no país aqui ao lado a estratégia não era bem essa. Para fazermos o troço entre Vigo e Santiago tivemos 3 portagens, pagando em todas. Ora isto é algo ridículo, e tirar o papel no princípio e pagar tudo de uma vez no final. Esta de andar a pagar às pingas é parvo. Daqui a pouco fazíamos 5km e pagávamos mais uns cêntimos, passados outros 10km mais uns cêntimos e daqui a pouco com tantas paragens perde-se totalmente o interesse de uma auto-estrada. Mais ainda com a questão de que o traçado das estradas de Espanha é muito pior, que mais parecem uma IP do que uma auto-estrada.
Mas passando este ponto à frente chegamos ao destino e chegados o ponto importante foi mesmo jantar. Afinal de contas cantar com o buxo vazio não me parece viável. O local de canto foi numa das portas laterais da Catedral de Santiago, nas escadas que têm uma fonte com cavalos (não fomos para os leões mas foi para os cavalos). E lá fizemos as delícias dos que nos ouviram, tocamos o que nos interessou e depois dos fados e quando estávamos de saída ainda houve direito a outros temas, que me lembraram bem os tempos de tuna. Além disso, e como seria de esperar, fomos levados para tomar um copo e só pelas 3h da manhã (ou seriam 4?) lá tratamos de ir para o descanso. Felizmente no meu caso fiquei-me logo num hotel em Santiago, mas infelizmente os demais ainda tiveram de voltar para o Porto com aquelas 2 horas de viagem.
No domingo, e depois de algum mas não muito descanso, deu para passear pelas ruas de Santiago e depois de vermos o que queríamos voltamos para a invicta.
Ficam aqui os meus parabéns à condutora que para além de ter triplicado a quilometragem do veículo em 3 vezes portou-se muito bem!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Arbitragem - avaliação


Este fim-de-semana pode descrever-se de muitas maneiras, intenso, preenchido, diferente, bom. No entanto fico-me por agora a falar da minha avaliação ao curso de arbitragem que tinha feito no final de Maio. Sábado era o grande dia da avaliação, com uma parte prática e outra teórica, não propriamente por esta ordem.
Após uma massinha ao almoço fui para o FCDEF, perdão, FADEUP (seja lá o que isso for, obrigado pela correcção) e mal cheguei tratei de fazer o exame teórico. Depois, tivemos uma pausa e iniciaram-se as “hostilidades” da prova prática. Aqui o peso da responsabilidade já começava. É caso para dizer que ao estar do outro lado tenho cada vez mais respeito por quem arbitra. Isto porque não é fácil dado que uma pessoa só tem 2 olhos e que no momento não há repetições ou imagens em câmara lenta. Além disso, a somar a tudo isto, a inexperiência ainda abunda e a presença de erros é mais frequente. Espero é que com o tempo a prestação melhore e que possa olhar para trás e pensar que estou muito melhor do que o que estou agora.
Para quem quiser saber a imagem é as costas do marcador electrónico utilizado no torneio de equipas que se desenrolou. E para quem não se apercebeu, passei ao curso!