terça-feira, 14 de julho de 2009

Atrapalhado


Retomando o assunto que me tem levado a escrever, hoje vinha falar um pouco do atrapalhado. Será muito fácil perguntar o que é esta pessoa, e a minha resposta penso que vai de encontro ao que as pessoas estão a pensar. Numa reunião, o elemento atrapalhado é aquele que parece que tem um pavor horrível de errar ou de mostrar que não sabe nada e pode haver alguns níveis de atrapalhação, desde o olhar para duas ou três pessoas de referência sempre que responde a uma pergunta, com o olhar que pergunta: “não disse nenhuma asneira, pois não?”, até à atitude de perguntar à pessoa do lado, “não me pode fazer isso?” ou mesmo o gaguejar nervoso que mostra esse mesmo nervosismo e não deixa transparecer o que essas pessoas normalmente sabem.
Para estas pessoas aconselho aqueles cursos de falar em público ou mesmo uma terapia de choque e juntem-se a um grupo cultural que vive com as questões do público todos os dias...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Fados em Freixedas


Fazendo uma pequena pausa nos meus posts referentes às individualidades que temos nas reuniões, tenho a reportar mas uma das minhas actividades extra-laborais (que saudades de quando era extra-curricular...). Desta feita, fui com os meus amigos fadistas para a Guarda, mais precisamente para a recôndita terra de Freixedas (alguém se há de queixar do adjectivo). Lá participamos na 1ª tarde de fados da Associação Juvenil Freixedense (e não Freixense, como alguém insistia). A actuação foi relativamente normal e contou com um público muito caloroso, ao ponto de nos deixar surpreendidos pela positiva. O único aborrecimento era mesmo a distância a casa, que nos “impediu” de ficar e gozar com mais calma a hospitalidade (e a comida) que as gentes da terra nos ofereciam. A seguir a nós ainda houve uma tuna (curioso para uma tarde de fados) e um outro grupo de fados.
No entanto, e mesmo antes da tarde acabar, tratamos de vir para a invicta, já que ainda eram 2 horas de viagem e todos queríamos descansar para segunda-feira estarmos frescos como uma alface para o trabalho.

domingo, 12 de julho de 2009

Leão


O leão é uma peculiar personagem, tal como na selva é visto como o rei da selva, nas reuniões acontece o mesmo, nestes casos não porque é o rei propriamente dito, mas porque tem a atitude que parece que o é. A percepção que tenho, é que é alguém que entra a matar a falar sobre o que quer que seja que se estar a falar, mesmo que ainda não saiba sobre o que é ou mesmo que não tenha razão. Aqui o importante é mesmo a atitude, dentes de fora e muita ferocidade são as palavras do dia. Tal como na selva parece que está a marcar o seu território, dizendo que “isto é tudo meu”.
Os demais, ora porque querem é que as coisas corram é bem ou porque se sentem “intimidados” pela atitude, normalmente não levantam ondas. Salvo o caso de haver outro leão, que aí pode-se dizer que há chispe...

sábado, 11 de julho de 2009

Mimo


O mimo não é o da publicidade da TMN que muita gente ainda se deve lembrar dos primórdios das telecomunicações. Aquele produto inovador que foi o primeiro modelo pré-pago do mundo. O mimo a que me refiro não é esse nem é um mimo no verdadeiro sentido da palavra.
Este mimo é uma pessoa que faz mais lembrar os italianos, no sentido em que braceja e gesticula mais do que o que fala. Perante isto até me lembro de uma piada de 2 italianos que tinha caído borda fora numa viagem de barco no Atlântico e começaram a falar, a falar, e quando repararam já estavam na costa americana.
Outra percepção que tenho é que o gesticular é uma engenhosa estratégia para distrair os ouvintes, que perante aquela algazarra braçal não conseguem focar-se no assunto proferido pela pessoa. Enfim, um mistério da natureza a ser estudado por entendidos na matéria.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Ausente


O Ausente é outra espécie de pessoa faz parte das reuniões (ou melhor dizendo, não faz). Esta entidade é estranha e desconhecida, o que se passa é que é alguém sempre convocado para as reuniões, mas estranhamente nunca vem e nunca aparece. Ora, eu compreendia uma falta ou outra, até porque as pessoas que estão no projecto têm outras tarefas e nem sempre podem estar.
No entanto há algumas pessoas que desde o início do projecto, nunca estiverem presentes, apesar de constantemente convocadas. Assim fico a pensar, para que é que as pessoas continuam a ser convocadas? Não há nenhuma chefia que se queixe? Será que a pessoa existe realmente?
Penso que se calhar são entidades como o homem invisível, até estão lá mas não os vemos, deve ser uma questão de fé...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Perguiça


Outra personalidade que tenho presenciado é a preguiça. Nas reuniões consegue manter uma postura realmente notável, é capaz de se manter completamente inerte ao que se vai passando à sua volta. O rumo e ritmo da reunião pode ser elevado e enérgico e mesmo assim essa pessoa consegue estar alheio a tudo isso, ignorando o mundo que o rodeia.
Falando numa metáfora é quase o olho do furação, com tudo a rodar à sua volta num ritmo frenético e quase violento, fica impávido e sereno e não deixa que nada o incomode. Mesmo quando uma pergunta é direccionada para ele, mostra alguma relutância a responder, às vezes até desconhecimento desta. Como se essas questões fossem direccionadas para outra pessoa qualquer, sendo preciso alguma insistência para captar a sua atenção.
Por isso tenho de louvar essa entidade, que qual esforço titânico consegue estar impávido e sereno perante coisas que se passam à sua volta.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Escriba


Depois de tantas reuniões e de algumas menos activas é mais do que normal virem alguns pensamentos à mente. Entre uma enormidade de coisas que me passam pela cabeça, foquei-me na panóplia de géneros de pessoas que passam pelas minhas reuniões a que tenho presenciado. Por isso acho que seria relativamente digno referir esses tipos.
Um deles, presente em todas as reuniões que tive com malta da Accenture, é o escriba. Esta personalidade dedica-se unicamente a escrever, tal como um relator num tribunal a registar tudo o que se passa, e não prenuncia qualquer palavra, ouso até dizer que possa ter algum problema nas cordas vocais que impeçam de falar. Ao mesmo tempo mostra uma resistência imensa a “fugir” a perguntas que vão na sua direcção focando-se no seu caderno tal como uma águia para sua presa.
Chego a ter duas destas pessoas numa reunião, o que torna esse facto algo mais estranho, ao ver uns estranhos seres a agitarem-se frequentemente perante o que é dito, mas apesar de tudo algo é verdade, e deve ser dito, passado uns dias aparecem umas actas bem fidedignas das reuniões.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

mais reuniões...


Mais uma fichinha mais uma voltinha por estas terras mouriscas. Outro dia que acordei pelas 6 da manhã para ir para mais umas das minhas longas reuniões. Algo que tenho estado a tentar aproveitar são as horas de viagem para repor algum do sono perdido, sendo que hoje foi mais uma dessas alturas. Ora por entre o meu dormitar e já mais perto de Lisboa, olhei para o relógio do Alfa e vi 9:50 e pensei, o não, o comboio (que chegava ao destino às 9:30) já passou a estação e estou a caminho de Faro! O sangue começou a fluir para o cérebro e para além de me lembrar que a estação terminal era Santa Apolónia, o relógio na verdade dizia 8:50. Ficou o susto e a partir daí dormir foi mais complicado com o surto de adrenalina no sangue.
Daí para a frente foi a rotina e entrei no táxi e segui para a minha reunião. Tenho a dizer que o formato das reuniões daqui para a frente dificultam bastante a minha interacção e o modo de esponja como já expliquei a alguns, é bem difícil de manter, mas estou a tratar disso.
Felizmente logo para além de visitas a um determinado imóvel, vai haver a noite das tapas para aliviar o stress (que é isso?) e estar com os amigos.

E ao menos se estiver ocupado não penso tanto noutras coisas...não é?

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Fim-de-semana


Tenho a reportar que este fim-de-semana foi agradavelmente recheado, e que sexta-feira, quando estava a sair do trabalho, não antecipava as diferentes actividades que tive.
Logo no sábado fui arbitrar um torneio de judo de miúdos, algo que é um treino muito bom para contribuir para a minha reduzida experiência de árbitro. Principalmente porque não há as regras todas e porque tendencialmente os combates são mais “limpos”. Isto é, como os miúdos ainda estão a aprender, e normalmente ou caem ou não caem, e não costuma haver muito aquelas situações de meio-termo que são as mais difíceis de avaliar. Foram muitos combates e basicamente estive a “trabalhar” desde as 14:30 até às 17:30. O que posso referir que manter a concentração durante esse tempo não é fácil, principalmente porque não seria nada justo para um atleta se eu não desse o meu melhor e não reparasse numa determinada situação.
Finda a minha prestação fui buscar companhia, descansei durante um pouco e parti para o centro do Porto para um jantar com uns amigos que infelizmente têm estado mais longe que o que queria, mas com todas estas idas a Lisboa, não tem sido fácil conciliar agendas. Paramos no BibóPorto e fizemos lá o nosso serão. Muita comida e bebida foram potenciadores de muita conversa e mesmo não tendo conversado tudo o que queria com todos (12 pessoas à mesa não é muito facilitador de conversas à distância) só a proximidade das pessoas por quem tenho muito apreço já ajudou bastante.
No entanto a noite estendia-se e as hostes foram desmobilizando-se e as despedidas chegaram. Aqui tenho a salientar umas horas de conversas até às 4 da manhã que me deixaram radiante. É sempre fantástico conseguir falar assim com alguém mais ainda quando a conversa é só parada com a consciência que é tarde e que amanhã é dia de fazer coisas.
E domingo chegou, o cansaço de sábado fez-se sentir, porque afinal a rotina (e não a idade) não é boa para estas extravagâncias. Muitos dizem que é da idade, mas o problema é a conjuntura, o trabalho e o tempo que não se tem para recuperar energias como havia, por exemplo, na faculdade. Depois de um almoço com a família tive direito a uma tarde para restaurar a boa disposição mental e não só, seguida de um ensaio para os fados (que durante esta época de verão estão a ser muito requisitados) e para um serão curto a pensar na penosa segunda.
Agora segunda-feira, pouca vontade e muito sono. Podia-me queixar, mas se tivesse assim todos os fins-de-semana não havia mal que pegasse!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Um longo dia


Como tem sido hábito hoje tive mais uma vinda a Lisboa, mas a vinda de hoje foi à falta de outras palavras, dureza. Queria ter apanhado o comboio das 6:47, mas dado estar cheio e não ter conseguido comprar o lugar via net (o site da CP está a sofrer actualizações), tive de vir num mais cedo e como tal sobrou o das 5:47. Sim é mesmo isso, 5:47 da manhã! Para isso tive de acordar às 5 horas da manhã, e posso confirmar que é algo que não faz bem à saúde. A somar a isso as cadeiras do pendular são confortáveis mas não são camas, e como tal dá para dormitar mas não para dormir. Passando 3 horas à frente estava a chegar ao destino e o meu telemóvel de serviço estava desaparecido em combate. Eu tinha-o, pensei, e realmente tinha-o trazido, mas não estava em parte alguma. Solução, toca a telefonar para mim mesmo, e felizmente encontrei-o no chão, debaixo da minha cadeira. Era um bocado mau perder o telemóvel da empresa.
Chegado a Lisboa fui para o local da reunião, uma sala que tenho encontrado frequentemente e que tem a distinta característica de não ter qualquer janela, por isso é fácil de imaginar que é muito agradável passar 7 horas numa sala sem luz natural.
Agora, depois de um longo dia estou no Pendular das 19h, o que quer dizer que pelas 22h estarei na minha cidade favorita. E depois destas horas todas estou com muito sono e pronto a dormir bastante. Felizmente amanhã é sexta-feira.
Devia escrever sobre o S. João e afins mas infelizmente não foi nada do outro mundo, é algo compreensível fruto do cansaço. E num futuro post meto aqui fotos da minha caminhada ao Gerês.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Fim do stock


Aconteceu-me algo curioso quando me estava a instalar no Alfa-Pendular. Como de costume, e sempre que é possível, escolho um lugar com tomada de modo a puder ter o PC ligado durante a viagem inteira. Passo um bocado de tempo na net, às vezes escrevo, mas a maior parte do tempo é tendencialmente passado a ver filmes ou séries. Ora surgiu neste preciso ponto um pequeno percalço. Vi tudo o que tinha trazido comigo e um filme que pensei que tinha não passava de uma pasta vazia. Reiterando o que disse é algo curioso pois normalmente trago muito mais do que o que costumo ver, mas aliado ao facto de uma pasta vazia e a episódios de Entourage que eram de 30 minutos e não de 50, fez com que a fonte secasse. E agora podia perguntar eu. Bem, resta-me o jornal que virá em breve, ver o que se passa com o mundo (viva à internet) e depois fico-me pelo ouvir musica, suponho. Vá lá que o meu amigo Ipod tem sempre música para me dar.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Vida em Lisboa


Mais uma vez, e como tem sido frequente nestes últimos tempos, estou novamente em Lisboa. Felizmente é a última semana que passarei praticamente a semana toda cá. Apesar de ter planos para andar pela capital até ao final de Julho, as estadias serão muito mais curtas. O que penso que agrada a todos, a mim, e aos que estão longe. Ai as saudades...estar longe é uma seca, principalmente se for como estou, algo que podem ler noutro post meu.
De qualquer modo, e dado o imenso tempo que potencialmente tenho de passar sozinho, e para não entrar em parafuso, estou a tentar ficar mais ocupado no tempo que vou tendo livre por cá. Assim, na terça-feira fui comer com gente do trabalho e quarta-feira fui com o Manel e o Gaspar (e sem esquecer a Leonor, obviamente) para um tasco na zona do Rossio. Posso dizer que assim não fico no hotel a olhar para as paredes a pensar no que poderia estar a fazer não estivesse eu nestas terras inóspitas. Fazendo aqui um pequeno à parte estou a reparar nas saudades da terra que têm marcado presença constante nestes meus pensamentos, mas dadas as minhas deslocações de trabalho acho que é algo fatídico.
Obviamente este lazer tem a grande benesse que alimenta o espírito mas consome o corpo, e o resultado é um bocejo constante durante o dia. Algo que não é inteiramente culpa da borga, mas também dos quartos de hotel, que ou têm muita luz, ou umas almofadas mal amanhadas.
Como tal, penso que hoje vou quebrar a regra desta semana e dedicar-me a um descanso tipo lusco-fusco (muito intenso, para os desentendidos). Isto para amanhã estar fresquinho e poder aproveitar melhor o meu fim-de-semana, que estou a contar que seja bem agradável, principalmente por contar estar bem acompanhado.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Santiago de Compostela

Após a minha avaliação do curso, saí a correr para uma actuação que tinha em Santiago de Compostela. Como é compreensível foram muitos quilómetros a fazer, e com alguma pressa, dado que como era para se actuar após o jantar, lá fui para cima. Entramos na A3 e rumamos a norte, e chegados ao país de “nuestros hermanos” reparei numa coisa verdadeiramente ridícula. A que me estou a referir? Bem, na auto-estrada em Portugal é simples, entra-se, tira-se o ticket e quando se sair paga-se o que se tiver a pagar. Ora no país aqui ao lado a estratégia não era bem essa. Para fazermos o troço entre Vigo e Santiago tivemos 3 portagens, pagando em todas. Ora isto é algo ridículo, e tirar o papel no princípio e pagar tudo de uma vez no final. Esta de andar a pagar às pingas é parvo. Daqui a pouco fazíamos 5km e pagávamos mais uns cêntimos, passados outros 10km mais uns cêntimos e daqui a pouco com tantas paragens perde-se totalmente o interesse de uma auto-estrada. Mais ainda com a questão de que o traçado das estradas de Espanha é muito pior, que mais parecem uma IP do que uma auto-estrada.
Mas passando este ponto à frente chegamos ao destino e chegados o ponto importante foi mesmo jantar. Afinal de contas cantar com o buxo vazio não me parece viável. O local de canto foi numa das portas laterais da Catedral de Santiago, nas escadas que têm uma fonte com cavalos (não fomos para os leões mas foi para os cavalos). E lá fizemos as delícias dos que nos ouviram, tocamos o que nos interessou e depois dos fados e quando estávamos de saída ainda houve direito a outros temas, que me lembraram bem os tempos de tuna. Além disso, e como seria de esperar, fomos levados para tomar um copo e só pelas 3h da manhã (ou seriam 4?) lá tratamos de ir para o descanso. Felizmente no meu caso fiquei-me logo num hotel em Santiago, mas infelizmente os demais ainda tiveram de voltar para o Porto com aquelas 2 horas de viagem.
No domingo, e depois de algum mas não muito descanso, deu para passear pelas ruas de Santiago e depois de vermos o que queríamos voltamos para a invicta.
Ficam aqui os meus parabéns à condutora que para além de ter triplicado a quilometragem do veículo em 3 vezes portou-se muito bem!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Arbitragem - avaliação


Este fim-de-semana pode descrever-se de muitas maneiras, intenso, preenchido, diferente, bom. No entanto fico-me por agora a falar da minha avaliação ao curso de arbitragem que tinha feito no final de Maio. Sábado era o grande dia da avaliação, com uma parte prática e outra teórica, não propriamente por esta ordem.
Após uma massinha ao almoço fui para o FCDEF, perdão, FADEUP (seja lá o que isso for, obrigado pela correcção) e mal cheguei tratei de fazer o exame teórico. Depois, tivemos uma pausa e iniciaram-se as “hostilidades” da prova prática. Aqui o peso da responsabilidade já começava. É caso para dizer que ao estar do outro lado tenho cada vez mais respeito por quem arbitra. Isto porque não é fácil dado que uma pessoa só tem 2 olhos e que no momento não há repetições ou imagens em câmara lenta. Além disso, a somar a tudo isto, a inexperiência ainda abunda e a presença de erros é mais frequente. Espero é que com o tempo a prestação melhore e que possa olhar para trás e pensar que estou muito melhor do que o que estou agora.
Para quem quiser saber a imagem é as costas do marcador electrónico utilizado no torneio de equipas que se desenrolou. E para quem não se apercebeu, passei ao curso!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Agenda...


Esta semana, pelo meio de tantos feriados, e ao contrário de muitos, estou a trabalhar. Afinal de contas mudar o ramo laboral não é só vantagens, e entre algumas desvantagens é a impossibilidade de tirar férias nos primeiros 6 meses de actividade. Ora dado isso, não posso aproveitar esta semana, que seria uma óptima candidata a uma semana extremamente relaxada. Além disso este fim-de-semana terei ainda algumas actividades, entre a avaliação do curso de arbitragem e uma actuação em Santiago de Compostela, promete haver pouco tempo para o relax, mesmo assim, e teimoso como sou, planeio ainda ter isso mesmo, descanso.
E para não passar muito tempo a pensar em quem está longe, se não dou em maluco, hoje ao almoço vou comer com os meus ex-colegas de trabalho. É sempre bom saber as cusquices e histórias que se vão passando, mais ainda por estar curioso para saber como anda aquela operadora móvel que tanto trabalho me deu.
De qualquer modo vou deixar este post que fala de tudo e de nada para retomar o estudo do projecto que tenho em mãos.