quarta-feira, 13 de maio de 2009

Aquecimento Sazonal


O aquecimento sazonal é conhecido de todos nós, parafraseando a chegada da Primavera e passagem para o Verão faz parte do quotidiano e não é surpresa para ninguém. É relativamente a esta passagem, com os dias a ficarem maiores e mais quentes que me surge um problema de pequenas dimensões, mas que dadas as minhas viagens (e o tempo livre para pensar nestas coisas) foi algo que deu que pensar.
Durante o tempo de Inverno a fórmula para dormir costuma ser simples, forra-se a cama com cobertores e o problema do frio está resolvido, pelo menos após os primeiros 5 minutos iniciais de cama gelada. Já no Verão a situação é a oposta, em que um simples lençol serve para impedir que a aragem incomode seja quem for.
O problema surge nas outras 2 estações, e no meu caso em particular na Primavera. Deparo-me com a evidência que o formato de Inverno já se torna desagradável dado o calor com que fico e descobrir qual a estratégia não é assim tão simples. Passando para efeitos práticos o que sucedeu foi que tirei o edredão, e substitui-o por um cobertor, após 2 noites mal dormidas cheguei à conclusão que não era roupa suficiente. Agora o próximo passo será voltar para a configuração anterior e experimentar um pijama mais fresco.
O resultado é que hoje como tinha de vir para Lisboa, e para apanhar o comboio, levantei-me cedo, e após uma noite mal dormida, estou ainda mais cansado do que pensava. No entanto tenho de dizer que também é culpa do treino, que foi muito desgastante, ao ponto de nem conseguir andar direito dada a inflamação nos bíceps femorais. De qualquer modo amanhã estarei melhor.

domingo, 10 de maio de 2009

Beleza


Todos os dias temos situações que ora vemos com uns olhos, ora com outros, muitas situações, acontecimentos, eventos têm por vezes pontos positivos ou negativos, tudo mediante quem está a ver ou interpretar. Por isso muitas vezes se diz que os heróis são aqueles sobre quem a história escreve, e quem a escreve costumam ser os vencedores. Como poderiam ver durante a segunda guerra mundial, o holocausto, caso tivesse sido a Alemanha a ganhar, teria certamente sido um grande evento e digo de algum reconhecimento, felizmente o ponto de vista que restou foi o oposto.
Decorrente desta mesma ideia, o ideal de beleza e perfeição é algo que tem vindo a evoluir ao longo da história, as obras de arte desde a pré-história até aos nossos dias reflectem isso mesmo. Desde as mulheres que “quanto maiores melhor” da pré-história até à elegância atlética às vezes nem sempre saudável dos nossos dias. Tive recentemente não uma mudança de padrões mas uma experiência que dissipou a minha utopia em relação a este assunto, pode-se dizer que por vezes muitos pormenores não são importantes, mas foi uma situação pequena e para muitos desprezável que me mostrou que afinal somos humanos e a perfeição não é deste reino...
Felizmente tudo pode ser perdoado e esquecido a seu tempo.

sábado, 9 de maio de 2009

Queima das Fitas

Esta semana que tive em Lisboa, acertou em cheio na semana da queima das fitas cá do Porto. Obviamente posso dizer que o meu tempo já passou, mas dada as minhas ligações a algumas actividades da mesma (sim, no fim da serenata era eu a cantar...) vou tentando passar pelo Queimodromo para algum convívio com aqueles que já não vejo faz algum tempo e que ainda têm a oportunidade de passar por lá. Devo salientar no entanto a serenata, que tem sempre um gosto especial, e no nosso jantar com a malta mais velha temos sempre histórias para ouvir e não só, como foi o caso de ouvirmos uma interpretação sublime das “Asturias” de Isaac Albeniz. Posso dizer que são momentos como esses que se tornam mágicos e dão origem a memórias incríveis.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Trabalho em Lisboa

Esta semana estou em Lisboa, ou melhor, a dormir em Lisboa, mas na realidade estou em formação no final da linha amarela (se estiverem curiosos podem ir ver o mapa do metro). O objectivo é aprender um pouco mais do funcionamento do sistema SAP utilizado pelo Call Center, e o que se pode tirar a partir do sistema. Há coisas que poderão não ser assim muito interessantes, afinal de contas esta formação é para malta que vai trabalhar no Call Center, mas apesar disso há sumo que posso tirar destas sessões. Em relação a estas, a formadora tem aquela pronúncia tradicional dos lisboetas, como "o aumento de potÊÊncia", note-se que o modo que escrevi era para salientar aquela sílaba, ou mesmo o "dizer a eles" em vez de dizer-lhes. Ou ainda outras incorrecções gramaticais como "pósamos", sim o acento é propositado. Sem esquecer "há muitas coisas que não está...", repararam? Não? Então leiam outra vez... No entanto não quero parecer pretensioso, só que como a formação não é assim tão complexa, sobra capacidade mental para reparar nestes pormenores.
Neste cantinho do mundo pode-se dizer que não há muito para fazer, nem sítios para ver, nem animação, quase que arriscava dizer que se parece a um gueto...com casas umas em cima das outras numa amálgama frenética que mostra mais a pressa com que se construiu e a falta de cuidado. Existe também uma zona industrial, que faz lembrar a do Porto mas de dimensões consideravelmente superiores.
Falando por outro lado da estadia em Lisboa, o hotel serve os propósitos, embora a falta de restaurante obrigue os esfomeados a andar um pouco mais para ir a restaurantes que não abundam ou que ainda requerem algum andar... Mesmo assim é moderno e serve bem o propósito. Além disso a localização do Marquês acho que é excelente. Estou a um passo da estação se quiser retornar para casa e tenho o Corte Inglês não muito longe para aquelas vontades consumistas que aparecem de locais incertos.
Noutros assuntos, e se as coisas correrem bem, esta quarta consigo encontrar-me com a malta para um pequeno momento de lazer, no entanto é algo para ser combinado mais em cima da hora, como manda a tradição.
A par destes planeamentos, uma constante que tenho com o aumento da distância a casa, e graças a vários meios tecnológicos, tenho chamadas ao pequeno-almoço que a mãe teima em fazer, aos jornais que são deglutidos pela net (bem e outras coisas vá!). Como queria ter algo para recordar até trouxe a máquina fotográfica e tirei algumas fotos, mas como devem reparar não apareço em muitas delas, é que para tirar umas fotos melhores não dá para esticar o braço e aqui vai disto, resta apenas dizer que estou nas costas das fotos...


Apesar de ter estas palavras escritas relativamente cedo durante a semana, os dias foram passando e por cá ficaram, assim aproveito para acrescentar outras actividades. Uma delas foi um jantar com a malta da empresa (aqui do Porto) onde não faltou o vinho, isto porque toda a gente gosta de ter o copo aceso. Como já tinha referido, a malta é mais velha e se calhar a galhofa não é tão grande, mas a boa disposição está sempre presente.
Na quarta à noite, e para melhorar a semana, fui ainda ter com o Gaspar, o Manel, o Tux e a Cecília, para alguma conversa. Fomos parar ao Bairro Alto e tenho a dizer que essa estação de metro é a mais enterrada que conheço, 5 andares debaixo da calçada. Chiça! O convívio foi num dos muitos barzinhos daquele recanto lisboeta onde o pano de fundo foi um jogo qualquer de futebol (Chelsea – Barcelona ou outra coisa com interesse mediano, eh eh)
Voltando no entanto à formação, que era para durar até sexta, esta teve uma extensão encurtada, sendo que pela quinta tratei de retornar à Invicta com um pouco mais conhecimento dos sistemas utilizados na EDP.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Teoria do Equilíbrio


Como falei anteriormente há a pequena ideia que tenho de uma teoria do equilíbrio. A ideia é relativamente simples. Tal como na física o trabalho deve ser 0 sendo o ponto de partida igual ao de chegada, na nossa vida é assim. Isto porque afinal de contas nascemos e no final voltamos ao mesmo sítio (vá, não é exactamente ao mesmo sítio mas é para ilustrar o meu ponto). Deste modo temos altos e baixos, dias bons e dias maus, coisas que correm bem e outras nem por isso, sendo que a mais longo prazo as coisas ficam equilibradas. Além disso não é por acontecer uma coisa muito boa que vai acontecer uma muito má. Aqui o que penso que acontece é que muitos eventos maus podem ser compensados por um bom, ou vice-versa.
É claro que isto é uma pequena opinião baseada na minha experiência empírica, experiência essa que aceito que possa ser limitada. Assim, tal como ontem o dia não começou muito mau, algo há de haver que compense estes problemas.
Numa nota, escrevi isto ontem, por isso pode já haver novidades em relação a esta situação, digo eu.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Raios!


Posso começar a dizer que o dia hoje, tal como os mercados financeiros, está a ser para esquecer. Certamente compreendo que há dias bons e outros maus. O dia de hoje está a ter vários pontos negativos. Para começar, passei a noite sem dormir, o que é estranho para mim, não costumo ter dificuldade em dormir, mas hoje foi uma noite assim. A somar a isso deu para acordar de modo análogo ao que se tivesse sido espancado brutalmente por 2 visigodos. Chegado ao trabalho e em desespero de causa decorrente do meu estado de dormência vou relutante para a máquina de café. Como ainda não falei sobre a mesma, esta é semelhante às máquinas de café mas versão pequena, isto é, tem de se moer o café, prensar e tirar. Ora foi nesta última etapa que a coisa ainda correu pior. O café, em vez de sair para a chávena que trouxe saudosamente da PT (não se preocupem que foi oferta), o manípulo começa a deixar sair algum vapor quando, do nada, sai disparado numa “explosão” que tornou a minha chávena num monte de cacos e a cozinha num cagaçal de café.
O pensamento foi “Ora porra!”. Bem, possivelmente não foi assim tão brando, mas agora é o que resta. Uns largos minutos depois a cozinha estava limpa, a vontade do café dissipou-se e tentei ir labutar. O problema é que o meu projecto ainda não começou, e as diminutas tarefas que tinha para fazer, já foram feitas faz algum tempo. Assim, nem me posso refugiar no trabalho. Segundo a minha teoria do equilíbrio (que passarei a explicar, talvez amanhã) deve estar para acontecer algo muito bom...

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Calcanhar


Esta quarta-feira tive uma queda no judo, que não teve grande aparato, no entanto causou o que se pode denominar como dor lancinante que até hoje, sexta-feira, faz com que ainda esteja a andar com dificuldade. Em primeiro lugar devo indicar que a queda (a parte da dor) foi com o calcanhar. Ora aqui surge a dúvida, uma zona do corpo que praticamente só tem osso e pele não deveria ser sujeita a estes problemas. Além disso, uma zona do corpo que leva repetidas vezes com o peso do corpo devia ser ainda mais “rija”.
No meu espírito curioso fui investigar e o problema passa pelos nervos que estão na zona do calcanhar. Com a pancada estes devem ter sido trilhados causando uma dor que não deve representar uma lesão em si (não referindo uma eventual lesão nos nervos isto é). Agora isto é só a minha opinião leiga da coisa. Alguém há de opinar.
P.S. - deve ser o "Sural nerve"

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Visita a Lisboa


Por estes dias fui a Lisboa em trabalho, e desta feita fiquei por lá a dormitar dado o ter uma formação dividida por 2 dias. Como se está a tornar habitual o comboio das 6:47 está a tornar-se num amigo próximo (ou não...) e após as 3 horas (ou quase) estava a chegar ao destino para a formação que começava às 10h.
Podia estar a falar de dados sensíveis mas isso não é algo que faria, mas posso dizer que o SAP R/3 está a ser uma aplicação cada vez mais familiar (ah bons tempos de Erasmus). Vejo-me cada vez mais a trabalhar com o SAP, embora como utilizador, algo perfeitamente justificado pelo facto da maioria dos sistemas aqui na EDP estarem em SAP.
O dia acabou por ser algo comprido e não me despachei assim tão cedo, impedindo o meu convívio com o Manel por terras mouriscas. Já agora tenho de descobrir onde é a casa dele, mas isso tem tempo.
Outro ponto algo positivo é que nas minhas idas não preciso de andar muito de um lado para o outro, dado que tudo está próximo do Marques de Pombal, desde os edifícios da empresa aos hotéis, ao metro para Sta. Apolónia. Assim o hotel era mesmo ali ao lado, simples mas o suficiente para a curta noite. Teve um único defeito, as almofadas pareciam de 2 andares, o que dificultou ao sono repousante, mas a próxima tenho de ver se arranjo alternativa para dormir convenientemente.
O outro dia chegou e mais uma sessão. O resultado? Não é que esteja mestre, nem era esse o objectivo, mas estou já algo dentro do esquema. Logo a seguir, e como a coisa acabou cedo vim logo para o Porto chegando às 19h. Como se pode ver é um relato bem simples para uma viagem simples, e como a hora não era muito tardia ainda deu para ir ao treino, mas quanto a isso há novidades amanhã.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Antologia do Fado


Este Domingo tive uma pequena estreia artística. Poderia dizer que o actuar em si não é nenhuma novidade. Já passei por muitos palcos e em muitos formatos mas algo que ainda não tinha no meu “cardápio” era uma actuação na Casa da Música do Porto. Aquele curioso “caixote” como alguns a apelidam é uma sala que tem vindo a ganhar um especial glamour na cidade invicta. Assim sendo desloquei-me para o local para participar na “Antologia do Fado”, um espectáculo que procurou mostrar de tudo um pouco no que toca a fado de Coimbra (também conhecido por alguns como fado académico).
O espectáculo em si contou com a participação de vários grupos, sendo que a participação de cada um foi relativamente sucinta. No nosso caso passou por interpretar 2 temas, “Os Vampiros” e o “Mozart”.
Deste espectáculo devem ainda surgir um CD, um DVD duplo e um livro, mas quanto a isso, e assim que houver novidades, serei o primeiro a informar. Por outro lado se quiserem ser mais pró-activos podem sempre andar em cima do blog associado ao ciclo de eventos que se irão realizar neste âmbito aqui.

sábado, 18 de abril de 2009

Museu Serralves


Este Sábado e antevendo um fim-de-semana distinto da normalidade, fui (graças à EDP) ao museu de Serralves visitar umas exposições de arte contemporânea. Algumas até tinham uns aspectos interessantes, no entanto outras mostras deixaram-me a pensar o que seria aquilo, é claro que o que uns gostam outros desgostam. Além disso ainda tivemos tempo para passear pelos jardins, que estando sempre bem tratados dão muito gosto em visitar.
Para quem quiser saber aqui ficam algumas indicações das exposições:

Guy Tillim, "Avenue Patrice Lumumba"
27 Mar a 17 Mai 2009 - Museu Serralves

São muitas as ruas da África Central com o nome do político que se bateu pela independência do Congo, Patrice Lumumba, assassinado em 1961 com o auxílio da CIA. A obra de Guy Tillim consiste em cerca de 60 fotografias de grande formato de edifícios da arquitectura modernista de países como o Congo, Angola, Moçambique, o Benim e Madagáscar, que as potências colonialistas ergueram pouco antes da libertação desses países. A sua obra aborda o fracasso das utopias de antigos dirigentes e as dificuldades enfrentadas pelos povos africanos no seu esforço para encontrarem um lugar próprio. Em Serralves, estas fotografias convidam o público português a confrontar-se com o seu próprio passado colonial.
Comissariado: Ulrich Loock
Produção: Fundação de Serralves

Bethan Huws "Fountain"
14 Mar a 17 Mai 2009 - Museu Serralves

A obra de Bethan Huws (nascida em 1961 em Bangor, País de Gales, RU) está associada a movimentos artísticos como o minimalismo e a arte conceptual, abrindo ao mesmo tempo um novo precedente artístico que lhe pertence por inteiro. As obras da artista são fundamentalmente escultóricas: criam lugares físicos concebidos como espaços de memória e reflexão. A infância que Huws passou numa quinta no País de Gales constitui uma importante linha de orientação do seu trabalho; a outra é um profundo questionamento da origem da arte, que a levou a um processo, actualmente em curso, de análise da linguagem e da obra de Marcel Duchamp. A exposição “Fountain” inclui uma peça de chão de grandes dimensões relacionada com as propriedades do espaço da exposição, obras textuais, ready-mades, objectos relacionados com a linguagem, filmes, aguarelas, etc.
Comissariado: Ulrich Loock
Produção: Fundação de Serralves

Raoul De Keyser "Aguarelas"
14 Mar a 03 Mai 2009 - Museu Serralves

Raoul De Keyser (nascido em 1930 em Deinze, Bélgica) é um artista que, na sua longa carreira de pintor, criou uma obra altamente considerada e bastante independente dos movimentos e das abordagens da época, muito embora o seu trabalho tenha sempre mantido contacto com os mais significativos acontecimentos na pintura do pós-guerra, nomeadamente no campo da abstracção. Depois de ter apresentado uma exposição bastante completa das pinturas de Raoul De Keyser em 2005, Serralves exibe agora um conjunto de 60 aguarelas recentes. Estas obras, de pequeno formato e grande sensibilidade, são praticamente desconhecidas até dos conhecedores do trabalho de De Keyser, pois nunca foram expostas.
Comissariado: Ulrich Loock
Produção: Fundação de Serralves em colaboração com The Douglas Hyde Gallery, Dublin

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Modus


Desde Fevereiro de 2005 que me faço movimentar com o meu veículo próprio, e se não sabem do que estou a falar, refiro-me ao meu Modus. Classificado por muitos de diversas maneiras, eu prefiro olhar para ele como o catalisador que me permite mover de um lado para o outro. Já foi um carro que viu muita animação e não só e que apesar de tudo até nem anda muito. É precisamente a esse ponto que é alusivo esta notícia, desta feita o meu carro fez uns singelos 60.000Km. Compreendo que para muitos isto é um valor banal e que um carro de 2005 com esta quilometragem é quase ridículo, mas para mim bem tem chegado. Ao meu Modus, um obrigado!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Ida a Lisboa


Ontem tive uma deslocação a Lisboa para descobrir mais algumas coisas da minha actual posição laboral. Como se está a tornar habitual, entrei no comboio e pelas agradáveis 6:47 parti para a capital. Curioso é que no comboio ia muita gente conhecida, principalmente colegas, mas também amigos. De qualquer modo, e passadas as horas da viagem, que algumas serviram para dormir, cheguei ao meu destino. Neste dia tive basicamente 2 apresentações, uma para gerir projectos existentes e outra relativa a projectos novos. Pois é, ao que parece não vou só tratar de requisitos, mas é mesmo para gerir projectos. Assim se a luz falhar lá em casa a culpa não deve ser minha (acho).
Curiosamente, ao retornar, estava com muita pressa para amanhã o comboio das 18h, se não só às 19h, e estar 1 hora sem fazer nenhum não é daquelas coisas mais agradáveis. O taxista lá passou uns vermelhos e deixou-me mesmo a horas de comprar o bilhete. Pedi o bilhete para campanha e lá cheguei ao meu destino. Hoje ao olhar para os bilhetes para meter as despesas, reparei que o bilhete de volta era mais barato (estranho, um era para Sta. Apolónia e ou de vinda era a partir do oriente, mas quase 7€ de diferença?). A diferença era tal que me deixou a pensar, e depois de olhar com mais atenção para o bilhete vi que a mulher me tinha vendido um bilhete para Coimbra! Felizmente ninguém reparou, se não estava metido em alhadas, sem ter culpa nenhuma...
Bem ao que parece para a semana há mais, talvez inclusive tenha de ficar lá a dormir, mas a ver vamos.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Café


Quem me conhece e se lembra do que vou dizendo, sabe que não sou apreciador de café ou bebidas similares. Melhor dizendo, até é uma bebida que abomino ligeiramente, mais ainda pelo efeito prático que esta bebida tem. Conheço muitas pessoas que apreciam um bom café, provavelmente como eu aprecio vinho do Porto (mas isso fica para outro post), no entanto eu não. Sendo que as únicas alturas em que tomo café resumem-se aos dias em que o sono foi altamente deficitário e corro o risco de adormecer e babar-me no teclado (que imagem decrépita...) como o Homer dos Simpsons.
Tenho de reconhecer é que o cheiro do café até é agradável, talvez seja pelo sentimento acolhedor que emana mas quando chega aos lábios o apreço que tenho desvanece-se. Algo semelhante a um charuto. Os quais também aprecio muito o cheiro, mas assim que alguém o acende perdem todo o “sex appeal”.
Bem, mas retomo o trabalho, que estes devaneios matinais nunca são bom se deixados perdurar por muito tempo.

domingo, 12 de abril de 2009

Páscoa...e não só


Esta altura do ano, a Páscoa, tem uma componente sempre apreciada, o descanso. Graças aos dias santos temos direito a uma semana mais relaxada, sem as pessoas a acorrer para os trabalhos ou os estudantes a caminho do ensino. Além de ser uma semana mais curta a conjuntura ajuda a tornar a semana santa numa semana mais relaxada. Este ano, e compreensivelmente tivemos a casa menos cheia. Desta feita o meu mano e a minha cunhada ficaram por Vila Real com a família dela, algo que é mais que justo, por nem pode ser sempre num sítio ou sempre noutro. Além disso por cá tive as minhas actividades extra-laborais (outrora extra-curriculares) que me mantiveram ocupado.
É no entanto relativo ao trabalho que ainda tenho “descanso” a mais. Compreensivelmente um tipo de trabalho como o meu requer sempre um período de adaptação, durante o qual há uma instalação no local de trabalho, apreensão das tarefas e outras actividades que visam enquadrar o trabalhador nas suas novas funções. No entanto, apesar de estar mais de avisado que seria isso que esperaria, estou algo ansioso que o trabalho a sério comece. Para muitos ficar dias sem fazer nada pode ser utopia ou o trabalho de sonho, mas na minha incapacidade de parar quieto tenho de ter sempre desafios pela frente. Assim esta semana que vai começar promete ser muito interessante dado que estimo (e tenho reuniões com esse propósito) que comece agora “a doer”. Pelo que já estive a ler (algo que parece ser a minha única actividade de momento) um dos projectos que vou integrar parece interessante, apesar de ainda não saber todos os contornos deste, mas os próximos tempos o dirão.
Espero que no decorrer desta semana hajam mais novidades sobre estas minhas novas tarefas.

terça-feira, 7 de abril de 2009

"Lua-de-mel"


Estes dias no meu novo posto têm sido relativamente calmos, como o Tux referiu, estou ainda no período “lua-de-mel”, em que tal e qual um casamento, tudo está bem, toda a gente é simpática, não se passa nada, bem, é tal e qual o período que vemos nos filmes.
Nesta fase estou ainda a aperceber-me de como rodam as roldanas e estou ainda a tentar encaixar-me na máquina. Tenho já 1/2 projectos nos quais vou participar, mas que me vão ser apresentados após a Páscoa, até lá tenho de ler alguma documentação sobre os projectos e o funcionamento destes na EDP.
Além disso alterei o meu horário para entrar basicamente uma hora antes. A necessidade não é propriamente do trabalho, o objectivo é ter ainda um dos poucos lugares disponíveis para os funcionários. Isto porque no centro do Porto o lugar não abunda, pelo menos o gratuito. Além disso o pago tem 2 problemas, ou é caro (nas garagens) ou é camarário, o que implica andar a por moedinhas de 2 em 2 horas.
Outro ponto que devo salientar é que vou passar a ter algumas deslocações para Lisboa, como terei no próximo dia 15, mas em relação a isso talvez use o tempo da viagem para escrever um pouco mais (ou ver umas séries).
P.S. – Se conseguirem procurem o Wally na imagem (a.k.a o meu carro)