terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Resistência mental


Ultimamente, e dado a elevada carga de trabalho o cansaço tem apertado bastante. Como seria de esperar, ao dormir menos o corpo não descansa e não recupera toda a energia gasta ao longo do dia. Isto pode tornar-se particularmente frustrante quando até procuro dormir sempre as minhas 8 horas por dia.
No entanto, o resultado é que não só ao longo do dia, mas também nos treinos a que vou nota-se. Ainda ontem fui ao treino (felizmente tem dado para fazer algum exercício) e apesar de andar com mais resistência e força a resistência mental estava em baixo e por muita boa forma que uma pessoa tenha se não houver disponibilidade mental para uma determinada actividade é difícil ter bons resultados.
Como me disse o Pedro ontem, o Judo é um desporto de inteligência, e se a cabeça não responde é difícil ter o desenvasilhamento para fazer as coisas como queremos. Perante isto acho que vou esforçar-me em descansar mais e ver se reponho o que me falta. Além disso tenho é de continuar a ser teimoso, é caso para dizer a mim mesmo: teima contigo! Isto a ver se consigo dar um bocado mais de mim. Vou é voltar para a labuta, que já chega destas deambulações sem destino.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Seven Pounds


Este fim-de-semana tem sido particularmente assíduo no que toca à sétima arte. Hoje tive, embora tenha surgido algo inesperadamente, uma visita ao Arrábida para ver o “Sete Vidas” (Seven Pounds). O Will Smith tem andado a fazer filmes que parece que mostram que afinal ele é mais que o Príncipe de Bel Air. Aliás, tenho a dizer que já fazia algum tempo que tinha um filme que me tocasse tanto. A história não é logo inteligível durante o filme, mas é muito fácil de ganhar empatia com a personagem de Ben Thomas.
Conte o que contar, corro sempre o risco de estragar a surpresa que vai surgindo ao longo do filme. No entanto gostei bastante de ver que mesmo quando alguém teve uma perda enorme pode sempre dar muito antes de deixar tudo para trás. Contudo as palavras não são o meu forte acho que fica é o conselho de verem um filme que acho que toca em todos.

Vicky Cristina Barcelona


São certas situações, paisagens, sons, cheiros ou qualquer interacção com os nossos sentidos que nos transmitem ideias ou abrem os olhos para diferentes situações. Dou-me por vezes a pensar em todos os assuntos e em nenhum em particular quando estou mais sozinho e com pouco para fazer. Por vezes há uma desculpa ou um fio condutor que me leva a algum sítio, hoje foi um filme de Woody Allen, mais precisamente “Vicky Cristina Barcelona”. Devo começar a dizer que apesar de ser falha minha ainda não sou muito conhecedor da obra cinematográfica de Woody Allen, mas tenho de reconhecer que este filme foi particularmente bom. Poderia falar de vários aspectos, como algumas amizades salientaram, como o amor “homo-erótico” entre a Penélope Cruz e a Scarlett Johansson. Apesar de tudo, um dos aspectos que me saltou à vista foi a potencialidade que há dentro de muitos de nós. A menina Scarlett (que afinal de contas é mais nova do que eu) interpreta neste filme uma pessoa que apesar de algum jeito para a fotografia não tinha muito tempo investido nessa actividade até ter alguns elementos catalisadores que permitiram ela melhorar substancialmente nessa área. Ora é precisamente depois destas duas centenas de palavras que chego onde quero e me revejo de algum modo naquela peculiar personagem. Às vezes sinto mesmo isso, uma vontade de extravasar sentimentos e pontos de vista sem saber muito bem como o fazer. Poderá ser por isso que acabo por estar ligado a algumas actividades, umas mais artísticas que outras. Poderá ser uma procura, ou um simples escape, qual panela de pressão, para o que tenho cá dentro. No entanto, nesta estrada da auto-procura e auto-conhecimento, sei que ainda há muito a percorrer.
Para os mais distraídos é um filme que vale bem a pena ver e que pode ser que vos desperte algo. Que como ainda hoje disse, eu gosto de filmes, quer sejam alegres ou tristes, leves ou pesados, desde que mexam comigo. No entanto penso que agora mereço um bom descanso, é tarde e o cansaço não pode ser ignorado.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Google Latitude


Para aqueles que são curiosos e gostam de estar em cima de novidades tecnológicas aquele grande bicho chamado Google lançou recentemente alguns novos serviços. Não é sobre a possibilidade de navegar pelas profundezas oceânicas através do Google Earth, mas também está ligado a referências geográficas.
O Google Latitude vem com o objectivo de extravasar o Big Brother que temos em nós. O que a aplicação faz, e em termos mais simples é comunicar com o mundo a nossa posição geográfica. Desta maneira pais preocupados podem saber a qualquer momento onde estão os filhos desordeiros ou mulheres desconfiadas poderão provar em tribunal que o marido anda a bater a outras portas. A ideia é ir buscar uma ferramenta para o telemóvel e daí a vossa localização passa a ser domínio publico. No entanto há ainda a possibilidade de esconder a localização ou dizer que se está num sítio quando se está noutro.
Como devem imaginar é uma ferramenta que pode dar azo a longas conversas de protecção de privacidade e afins, mas caso queiramos utilizar mais este serviço do gigante Google ele está à nossa disponibilidade. Seja qual for a vossa opinião sejam curiosos!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Hiperactividade - sintomas


No seguimento do meu post de ontem se calhar é mesmo na muche, pelo menos se tiver em conta um site com que me cruzei.

HYPERACTIVE

Attention Deficit Hyperactivity Disorder or ADHD is a common childhood behavioral disorder. Only about one in twenty children will ever be diagnosed with this condition.

Children suffering from ADHD may have the following characteristics :
- Inability to pay attention to details. (acho que sim)
- Forgetfulness in daily activities. (também confirma, mas viva o PDA)
- Being overly talkative, demanding and emotional with frequent outbursts of crying and screaming. (se calhar m pouco)
- Inability to follow simple instructions. (vá aqui acho que não está tão mal assim)
- Apparent listening problems. (este acho que não)
- Tendency to lose things, break toys. (perder coisas, diria mais esquecer onde as ponho)
- Tendency to behave recklessly, without thinking of the consequences. (ano passado esquiar a 72km/h, acho que também confirma)
- Fidgeting or squirming. (médio)
- Difficulty waiting for their turn. (sou paciente, mas gosto de celeridade)
- Problems of organizing tasks and activities. (talvez um bocadinho)

Talvez depois procure soluções para estes pontos. No entanto há algumas ferramentas e métodos que já me ajudaram a resolver alguns deles.
eh eh eh

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Hiperactividade


Acho que cada vez mais me reconheço como uma pessoa hiperactiva, isto é, apesar de gostar de alguns momentos de ócio e letargia, por norma estou bem é a fazer algo, a ocupar a mente e a andar de um lado para o outro. Sei que há aqueles que gostariam que fosse mais parado ou pelo menos mais caseiro, mas é algo com que não me sinto assim tão bem. Obviamente que o que faço é importante, mas tendo isso em conta, um bom dia é aquele em que estou sempre a fazer alguma coisa, custa-me muito deixar o meu cérebro em modo “suspensão”. É claro que isto pode ser uma virtude para uns e um defeito para outros, mas eu vejo-o como uma característica muito minha. Agora resta-me orientar essa energia para aqueles que são mais importantes.
É claro que não é para pensarem que não consigo estar parado, longe disso, preciso bem do meu descanso e dormir umas boas horas é mais do que apreciado, mas ás vezes custa-me deitar, o que me lembro, “ainda podia fazer mais aquela coisa...”, mas tenho que descansar o corpo.
Passando para algo que espero ter em breve, embora sem levar todos os que queria, quando vou para a neve é mesmo assim. Vejo aquelas pessoas que gostam de ir nas calmas, de ficar no café, do aprés-ski. No meu caso é andar muito que me dá gosto, nunca parar e chegar ao fim do dia e sentir que mereço um bom descanso.
E por falar em hiperactividade...toca a voltar para o trabalho, que infelizmente é muito...

sábado, 24 de janeiro de 2009

TOEFL


Como já me tenho “queixado” ultimamente, o trabalho tem sido muito e tenho andado com algumas deslocações, principalmente a Aveiro, para reuniões e afins. Contudo, esta Sexta o destino foi outro, Coimbra. Vim à cidade dos estudantes fazer algo bem normal na vida académica, um exame. Estranho para quem já acabou o curso à 4 anos (já foi assim à tanto tempo, Chica!). O exame era o TOEFL, para os que desconhecem é basicamente um exame de inglês, composto por 4 partes, leitura, escutar passagens, falar e escrita. O formato era conhecido, apesar de tudo já fiz o first certificate, e felizmente a dificuldade não pareceu grande. Pode-se dizer que depois de 3:30 de exame (que começou às 12h por isso o almoço foi para o tecto) saí mais descansado. No entanto isto é só impressão minha, tenho de esperar pelos resultados, os quais gostava que fossem acima de 110 , mas a ver vamos.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Tanto trabalho...


Ufa, é o que posso dizer desta semana de trabalho. Devido a um projecto bem grande que se tem de entregar em breve, andamos todos a fazer horas extra a ver se levamos tudo a bom porto e dentro dos prazos. No entanto toda esta trabalheira é como a água na pedra, não parte mas mói. Como tal, não vejo chegar a hora de ter isto concluído e passar a ter um ritmo de trabalho mais pausado. Mas também não pensem que só me queixo porque gosto da pasmaceira, longe disso. Estas alturas também são interessantes, o problema é se a duração é muito elevada, que aí o corpo dá de si. No entanto, e também estando consciente dos meus limites, vamos aproveitar a viagem e fazer tudo o melhor que posso, que acredito que a recompensa vale o esforço.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Ida a Lisboa

Este fim-de-semana passado peguei numa das minhas companhias favoritas e fui fazer alguns quilómetros. A viagem foi maior do que o costume e o destino foi a capital, Lisboa. Pode parecer estranho, mas apesar de ser a capital deste meu belo país, é uma cidade pela qual não tenho qualquer amor em particular. Não sei bem porquê, acredito que até pode ser algum desconhecimento e ignorância minha, mas de todas a vezes que a visitei, nunca tive um gosto pela visita, pode-se dizer que é uma cidade gira mas não um destino ou uma casa. Talvez a opinião mude com o tempo e a experiência, mas por enquanto é a minha opinião.
Mas de onde veio este destino? Certamente haveriam sítios mais interessantes para passar uns dias relaxados, mas algumas responsabilidades me levaram a ir lá. Ora, dado que tinha de lá ir, aproveitei para ver alguma coisa. Uma atracção que ainda desconhecia era o Zoo. Acredito que seja o Zoo português mais afamado e certamente o que mais publicidade faz. Assim tiramos o dia de Sábado para o visitar e ao menos tenho a reconhecer que é uma visita interessante, embora não me visse a repetir a visita. Ao contrário de por exemplo uma ida ao cinema ou a um parque de atracções, o conteúdo do Zoo varia muito menos. De qualquer modo fui uma visita interessante. Além disso, e graças à sua dimensão chegamos ao hotel cansados e sem grande vontade de visitar mais sítios.
No dia seguinte e como a viagem era grande saímos do hotel quando tivemos (para aproveitar a cama e o descanso) e lá fizemos a viagem para cima. A viagem teve chuva mas não muita, por isso, e na minha opinião, não era preciso ter o limpa pára-brisas ligado com muita frequência, eh eh.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Está a chegar...


O início do ano tem muitas coisas boas, mas uma das que mais aprecio é o frio, as roupas quentes que levam a pensar em neve e daí surge o ski. Ora é mesmo esta actividade física que começa a acordar um estranho bicho que temos dentro de nós (bem, mais uns que outros) e que parece que tem uma fome incessante por desportos de inverno. No meu caso, e lembrando-me do meu amigo Ché, estou a ver esta imagem como uma família de ténias que estão sempre cheias de fome por neve.
É claro que compreendo que desportos de neve não são para todos, Como seria mais do que compreensível não somos todos iguais e não é toda a gente que gosta de ski ou snowboard. Mas para os que gostam, normalmente o gosto é muito intenso e o prazer que se tem por descer montanhas em cima de umas tábuas é estranhamente elevado. Só este facto já me suscita alguma curiosidade. Em muitas outras actividades vejo aqueles que não gostam, que gostam pouco e que gostam muito, já em relação à neve (e reconheço que seja uma falha social minha pois posso não conhecer assim tanta gente) as pessoas do meio-termo parece não existirem ou serem muito poucas. Parece que o ski é uma actividade de extremos, ou vamos uma vez e nunca mais voltamos, ou depois da primeira vez, estamos sempre desejosos da chegada da próxima vez. É um fenómeno estranho e que decerto já deverá ter sido alvo de estudos e teses. Na minha opinião penso que deve-se a uma droga produzida pelo nosso corpo, a adrenalina. Aquela substância produzida em alturas extremas é muito viciante e a neve é uma maneira relativamente fácil e controlada de por o nosso corpo a produzir este químico. Um outro ponto importante, mas aqui acredito que seja mais ligado ao modo como costumo ir é a reunião de amigos. Diga-se que a neve é uma excelente maneira de juntar aqueles amigos que não consigo estar com tanta frequência, e dado todos gostarmos de neve, todo o discurso e conversas aprés-ski tornam-se mais fáceis e divertidas.
De qualquer modo esta minha saudade surgiu do simples facto de estar a rever umas fotos e uns vídeos da minha ida do ano passado, e que com umas simples imagens, estou aqui ougado, como alguém esfomeado por um pedaço de pão. Agora só faltava ir toda a gente que eu queria.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Tempo livre?


As últimas semanas de trabalho têm sido bastante atarefadas. Devido a um grande projecto que temos em mãos vejo-me com muito trabalho e não tenho tipo aquela disponibilidade para escrever o que se passa comigo. No entanto, e mais uma vez aproveitando uma viagem algo longa, tenho um pequeno intervalo que me deixa passar ao papel (ou neste caso ao post) o que vai aqui por dentro.
Penso que o ponto principal é mesmo o pouco tempo livre para estar com aqueles que gosto, assim como para fazer aquelas actividades de eleição. Obviamente não estou a zero na componente lazer, mas queria estar mais à vontade. É claro que isto é uma fase e mais do que normal, tal como as estações ou ciclos de mercados com os seus altos e baixos, assim é o trabalho. Umas vezes menos, outras mais, e o resultado são uns tempos mais stressantes e recheados e outros de pasmaceira. Com este projecto tenho o tempo bastante recheado até final de Fevereiro, após o qual é capaz de ser mesmo tempo de pasmaceira.
Apesar de tudo, como o que é importante tratar de uma coisa de cada vez, e como tenho agora problemas mais urgentes, o que vem para Março pode esperar, agora há outras coisas. Por isso vamos lá para o trabalho para que tudo corra para o melhor.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O que dizem do CD


Felizmente o nosso CD vai sendo ouvido por alguns ou muitos. E apesar de esperar que seja cada vez por mais pessoas junto aqui mais uma referência.
No blog do Octavio Sérgio tivemos direito a uma menção como poderão ver aqui.
O blog dele, que vai na "segunda edição" tem como objectivo falar do fado de coimbra e de eventos ou referências a este. Se for do vosso gosto é um local com teor quase enciclopédico que pode ajudar os mais ignorantes na matéria.
Se perguntarem o porquê da "segunda versão" é decorrente do limite das contas gratuítas do Google, para a qual há um limite de 1GB associado aos conteúdos de um blog. Por isso como podem imaginar, conteúdo não falta...

Se quiserem aqui estão as 2 edições:
Gruitarra de Coimbra
Gruitarras de Coimbra

http://guitarrasdecoimbra.blogspot.com/2009/01/cd-do-grupo-de-fados-de-engenharia-do.html

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Neve no Porto


Pela primeira vez, ficará na minha curta memória uma imagem que é muito rara aqui na cidade invicta, neve. Graças a este frio polar que se fez sentir estes dias, tivemos um espectáculo curioso e que levou toda a gente a parar e ver os pequenos flocos que caiam. Como é óbvio tentei fotografar a cena, mas como devem compreender pouco ou melhor, nada se vê, mas a intenção é que conta. Para aqueles que perguntam que vista é essa a resposta é simples, é do 7º andar do edifício da PT, embora tenha tido o cuidade de tirar as barras da imagem.
Fica então a nota e espero em breve ter mais, que muito infelizmente parece que não terei toda a companhia que queria...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

PC Apple!?

Num mundo tecnológico é comum vermos novidades diariamente. Mais uma peça, mais um procedimento, mais uma descoberta que irá facilitar a nossa vida. Estes avanços contínuos são algo que aprecio muito e gosto de os acompanhar. Ora, na minha pesquisa por novidades, deparei-me com uma novidade da Apple, aquela empresa do iPod ou algo assim. No entanto, depois de ver o vídeo em baixo não pude deixar de pensar 2 coisas, as quais serão claras depois de verem o dito vídeo.
A primeira é, quem é que vai usar isto? Porque eu não estou para passar 45 minutos para escrever um e-mail.
E segundo, onde é que eles arranjaram aquele entrevistado que disse que comprava tudo da Apple desde que fosse brilhante. Será que o faria se a Apple vendesse dejectos brilhantes, infelizmente parece que a resposta seria um decidido “Sim!”.

Apple Introduces Revolutionary New Laptop With No Keyboard

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Passagem de ano


Desde o ano passado que estou algo ausente, o motivo tem sido simples, trabalho. Ultimamente tenho tido muitas coisas em mãos e tem faltado o tempo e inspiração para deixar aqui algumas palavras. No entanto como já faz algum tempo posso resumir a minha passagem de ano.
No dia 31, apesar da empresa dar o dia, tive de ir trabalhar, felizmente não muito, para garantir que uns desenvolvimentos entravam nessa noite. E assim foi, à meia-noite, entre o jantar e a família, lá estava eu ao telefone a acompanhar o processo. Uma passagem de ano original, a qual espero que assim se mantenha. Felizmente pelas 0:20h fechei o tasco e fui para a borga.
Acompanhado de alguns dos amigos do peito fui para uma festa que prometia ser muito boa mas que mais parecia uma fugida de malta do secundário. Eu explico, quando alguém diz que é uma festa de bar aberto uma pessoa normal supõe que podemos escolher e beber o que queremos. Ora neste caso não foi bem assim, havia 3 opções, vodka, whisky e sumos. Já estão a perceber a parte da fugida de secundário?
Bem, ao menos o espaço era bom e a companhia também e os líquidos ingeridos também ajudaram. O resultado, uma noite longa e sumo de laranja antes de ir para a cama.