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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Zilian


O dia de ontem entre as reuniões que tenho tido teve um fim de dia pouco comum. Como era quarta-feira cá em Lisboa há a tarde das tapas (cortesia do Manel e do Gaspar) e a ideia original era essa, mas uma prima do Gaspar (aquela família é só primos e primas, é incrível) tinha uma outra proposta, ir à festa do primeiro aniversário da Zilian \(que tem uma loja no edifício do El Corte Ingles em Lisboa, mesmo ao lado da Nespresso). O local era em Alcântra e para lá ir, apanhei um táxi. Aqui tenho de fazer uma parêntesis, o taxista, bastante falador procurou ter uma conversa de alto nível ao longo da viagem, até usava termos caros e tudo (não sei se para impressionar o cliente) e estava a dar uma impressão muito positiva. Ora chegados ao Lx Factory (local da festa) aparecerem umas meninas mais descascadas, ao qual ele eruditamente referiu “Aqui é só gajas boas!” (só faltava arfar no final). E pronto, 10 minutos de elevação de nível perdidos num pequeno instante (Manel acho que deverias ter uma conversa com este senhor).
Chegados ao destino fomos então para a festa, a qual me surpreendeu com a atmosfera, estava à espera de algo mais recatado mas não faltaram fotógrafos, algumas câmaras e jornalistas. A juntar a isso, haviam ainda alguns famosos, como Luís Represas, Lúcia Moniz, e umas modelos que só me lembro da cara e não do nome (como seria de esperar de um simples mortal). Lá dentro tínhamos música, bar aberto e aquela comida de cocktail, que nem alimenta nem deixa ter fome. O ambiente era bom, o tempo estava de bem connosco e posso dizer que foi uma noite agradável, podia ter estado melhor acompanhado, mas a distância tem destas coisas.
Pena é que hoje o cansaço era algum e noutras notas convém beber muita água. :)

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Encontro DSI


Falei em muitas reuniões nestas semanas, e é verdade, à excepção de uma pequena actividade que vim aperceber-me é realizada 2 vezes por ano. Um encontro com toda a DSI, o qual visa aproximar as pessoas para o trabalho correr melhor. Partimos então de Lisboa com destino a Tomar, mais precisamente para o Hotel dos Templários, o qual me pareceu bastante agradável. É claro que dada a hora tardia de chegada e a saída bem cedo, fez com que quase não desse para aproveitar o que o hotel tinha para oferecer. Saímos bem cedinho e no meio do sono lá fomos para Constância para a realização de actividades radicais (embora não muito no meu entender :) ). As pessoas foram divididas em equipas de 5 e lá partiram para as provas. Estas foram variadas e passaram por tiro ao arco, passeio em árvores, kartcross e outras. As provas eram pontuadas e posso dizer que a minha equipa ficou em 2º lugar, a 1 ponto do primeiro lugar (perdido por um perdido por muitos...).
As provas foram de manhã, após as quais fomos para o almoço que consistiu em porco no espeto. E para quem quiser perguntar posso dizer que foi bem saboroso. Logo a seguir ao almoço, e com o calor que se sentia fizemos uma actividade que fazia imenso sentido, touro mecânico, julgo eu que o objectivo era misturar bem a comida que tínhamos no buxo.
Já de tarde tivemos outra actividade, desta feita com a participação de todos. Foi feita uma grande jangada, ligando-se várias canoas insufláveis e lá partimos todos para fazer uns 500 metros pelo rio fora. Só as pessoas de fora remavam e eu fui uma delas, mas o esforço físico não foi muito, pelo menos comparado com os treinos lá no Porto.
Chegados à margem lanchamos e iniciamos, suadínhos, a viagem de retorno para Lisboa. Ai foi simples, comer algo e cair na cama a ver se recuperava o cansaço dos últimos dias (e do calor que se faz sentir dentro do meu fato).

sábado, 18 de abril de 2009

Museu Serralves


Este Sábado e antevendo um fim-de-semana distinto da normalidade, fui (graças à EDP) ao museu de Serralves visitar umas exposições de arte contemporânea. Algumas até tinham uns aspectos interessantes, no entanto outras mostras deixaram-me a pensar o que seria aquilo, é claro que o que uns gostam outros desgostam. Além disso ainda tivemos tempo para passear pelos jardins, que estando sempre bem tratados dão muito gosto em visitar.
Para quem quiser saber aqui ficam algumas indicações das exposições:

Guy Tillim, "Avenue Patrice Lumumba"
27 Mar a 17 Mai 2009 - Museu Serralves

São muitas as ruas da África Central com o nome do político que se bateu pela independência do Congo, Patrice Lumumba, assassinado em 1961 com o auxílio da CIA. A obra de Guy Tillim consiste em cerca de 60 fotografias de grande formato de edifícios da arquitectura modernista de países como o Congo, Angola, Moçambique, o Benim e Madagáscar, que as potências colonialistas ergueram pouco antes da libertação desses países. A sua obra aborda o fracasso das utopias de antigos dirigentes e as dificuldades enfrentadas pelos povos africanos no seu esforço para encontrarem um lugar próprio. Em Serralves, estas fotografias convidam o público português a confrontar-se com o seu próprio passado colonial.
Comissariado: Ulrich Loock
Produção: Fundação de Serralves

Bethan Huws "Fountain"
14 Mar a 17 Mai 2009 - Museu Serralves

A obra de Bethan Huws (nascida em 1961 em Bangor, País de Gales, RU) está associada a movimentos artísticos como o minimalismo e a arte conceptual, abrindo ao mesmo tempo um novo precedente artístico que lhe pertence por inteiro. As obras da artista são fundamentalmente escultóricas: criam lugares físicos concebidos como espaços de memória e reflexão. A infância que Huws passou numa quinta no País de Gales constitui uma importante linha de orientação do seu trabalho; a outra é um profundo questionamento da origem da arte, que a levou a um processo, actualmente em curso, de análise da linguagem e da obra de Marcel Duchamp. A exposição “Fountain” inclui uma peça de chão de grandes dimensões relacionada com as propriedades do espaço da exposição, obras textuais, ready-mades, objectos relacionados com a linguagem, filmes, aguarelas, etc.
Comissariado: Ulrich Loock
Produção: Fundação de Serralves

Raoul De Keyser "Aguarelas"
14 Mar a 03 Mai 2009 - Museu Serralves

Raoul De Keyser (nascido em 1930 em Deinze, Bélgica) é um artista que, na sua longa carreira de pintor, criou uma obra altamente considerada e bastante independente dos movimentos e das abordagens da época, muito embora o seu trabalho tenha sempre mantido contacto com os mais significativos acontecimentos na pintura do pós-guerra, nomeadamente no campo da abstracção. Depois de ter apresentado uma exposição bastante completa das pinturas de Raoul De Keyser em 2005, Serralves exibe agora um conjunto de 60 aguarelas recentes. Estas obras, de pequeno formato e grande sensibilidade, são praticamente desconhecidas até dos conhecedores do trabalho de De Keyser, pois nunca foram expostas.
Comissariado: Ulrich Loock
Produção: Fundação de Serralves em colaboração com The Douglas Hyde Gallery, Dublin

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Feira Medieval


Anualmente e à semelhança do que acontece noutras cidades do mundo (ai as saudades de Horsens) a estação do Verão é rica em festas, romarias e outras actividades populares ou nem tanto.
Ontem fui visitar uma delas, mais precisamente a feira medieval de Santa Maria da Feira, que este ano se centra nos eventos do século XIV (como nos outros anos :P), eventos esses que tiveram como figura predominante op Rei D. Dinis (o mesmo que teve a graça e visão de nos dar, entre outras coisas, o pinhal de Leiria).

Apesar da saída algo mais tardia que o desejado, deslocamo-nos à Feira e apesar do trânsito lá chegamos e entramos no espírito. Tenho a reconhecer que algo negativo foi o tempo algo interminável que tivemos de esperar para puder comer (penso que um McDonalds faria furor). No entanto pudemos ainda assistir à reconstituição de uma Justa a qual relembra os duelos entre cavaleiros da época.
Após o espetáculo pudemos ainda visitar as várias barraquas que vendiam de tudo um pouco, desde comidas, bebidas, chás ou bujigangas.
As voltas ainda foram algumas e o final teve um horário algo tardio. Diga-se no meu caso, quase às 3h da manhã. Mas não foi crítico porque hoje afinal é fim-de-semana...ou agora que estou a ver não é. Bem mas nem sempre corre tudo como queremos.
No entanto aqui ficam algumas imagens do evento.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Velhice?


Todos os dias temos surpresas e acho que o dia de hoje foi mais um que me deu algo novo. Apontaram-me que a velhice se aprocima a passos largos e que devo aproveitar bem todos os momentos que tenho. Para os que costumam apreciar registos cinematográficos posso relembrar o filme "Clube dos Poetas Mortos" que relemrou uma velha filosifia "Carpe Diem", viver cada dia de cada vez e aproveiter todos os momentos que temos.

Com isto em mente acho que terei de prestar mais atenção aos que me rodeiam, às oportunidades que se apresentam.... É claro que podem inquirir o porquê desta minha reflexão. O motivo é simples, após 25 vigorosos anos surgiu-me uma branca, como ilustra a figura. Já sinto as juntas a cederem e o corpo a esmurecer a anunciar um fim cada vez mais próximo. De qualquer modo vou ainda tentar aproveitar os anos que me restam e ficar consciente que o meu 26º aniversário teve mais uma coisa marcante.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Aniversário

O dia de hoje tem mais significado para uns que para outros. No meu caso, e já fazem alguns anos, representa o dia do meu nascimento, para o bem ou nem por isso...
É caso para dizer que ao longo destes anos já vi algumas coisas mas estou a contar que tenha muito mais para ver, principalmente na companhia da família e dos amigos, dos que me querem bem e dos outros...bem quem é que quer saber deles?

É claro que o dia de hoje foi relativamente normal porque afinal de contas sou um trabalhador e como tal tive de tratar da labuta e não do descanso, mas ao menos tive um final de dia bem agradável juntando a família.
Para o ano conto que haja mais quiçá, com coisas cada vez melhores.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Paraquedismo


Este fim-de-semana tive a opotunidade de experimentar uma outra modalidade. O paraquedismo, mais precisamente um salto tandem aos 10.000 pés (3048 metros).
Em termos de salto há duas partes, a queda livre até aos 5000 pés e depois mais 5000 pés de paraquedas aberto.
A malta foi para o aerodromo da Maia e lá tratamos dos preparativos. Algumas explicações e treinos leves de modo a sabermos o que tinhamos de fazer quando estivessemos no grande momento.
Depois foi o mais demorado, subir para a altitude desejada. Como a avioneta era a lambreta dos aviões precisou de um grande percurso para lá chegar, assim é caso para dizer que demos uma ganda volta e tivemos de ir até Braga antes e voltamos, sempre a subir, até estarmos onde queriamos.
Depois finalmente olhamos cá para baixo (já disse que o avião não tinha porta?) e descemos os dois degraus (note-se que o avião só tinha 1....)
Logo a seguir 30 seg a alta velocidade (200km/h) e sem nos preocuparmos com a Brigada de Trânsito. E o chão a chegar-se cada vez mais próximo. E como o momento era mesmo um instante logo abriu o para-quedas e passados mais uns minutinhos já estava no chão.
Divertido sim, mas com muito tempo de preparação. Mas o pior foi o resto da malta, que como só saltava 1 de cada vez este processo teve de se repetir várias vezes. Chiça!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Sonhos


Bem recentemente passou-me um pensamento pela cabeça. Apesar de não ser um sonhador frequente (felizmente quando chego à cama parece que fico em coma até o despertador tocar), quando sonho existe um ponto que sempre me perturba, o facto de não ter grande escolha no que se passa.
Parece que sou sempre um mero espectador e não a pessoa que está a dar origem ao episódio. E digo isto em todo o tipo de sonhos que tenho, os interessantes, os complexos, os sem nexo e os demais parecem todos regirem-se por essa regra universal. No fundo parece a opinião das mulheres quando ainda não votavam. Toda a gente gostava delas mas não ouviam o que elas diziam. "Ai queres votar?! Ve lá se te calas ou ainda levas com o cinto! Deves pensar que isto é uma festa...!".

No entanto tal como essa estrutura social mudou pode ser que um dia estejamos mais próximos do que sonhamos, ou não...